sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ícaro de Papel - Maria Rita

«Cortadeira de histórias», assim é designada na Galeria que lhe é dedicada no «P3».
No mesmo local:
- outros endereços de «Cortadores de Papel»
- o endereço da Artista - com as séries «Alice» ( aque pertence o «Ícaro»), «Esculturas de Papel» e «Lolitas»
 




segunda-feira, 22 de outubro de 2012

«Comboios de Livros» - Duarte Belo



série de fotografias, de 2008, de Duarte Belo, todas da BN de Lisboa.
Ver mais no endereço do Fotógrafo: AQUI

domingo, 21 de outubro de 2012

A Estante do Chef


Sobre a  Estante: «Recebe-nos no seu escritório. Uma estante cheia de livros de gastronomia de todo o mundo. Outra cheia de frascos com sementes, grãos, folhas, pós, todos com rótulos com palavras difíceis de pronunciar. Podia ser uma farmácia antiga. E é, de certa forma, um laboratório para as experiências que Virgílio (Martinez) faz constantemente com novos produtos. «Antigamente não tínhamos orgulho nestes produtos. Não comíamos quinoa, kiwicha, batatas, preferíamos a cozinha francesa ou a italiana», conta. Cresceu a ouvir que não havia nada de que os peruanos se pudessem orgulhar. Decidiu partir, viajar. «A minha mãe é pintora e arquitecta», conta, [...] «E sempre me ensinou a fazer coisas com as mãos. Tornei-me cozinheiro porque queria fazer coisas com as mãos [...] Andou pelo Canadá, por Londres, Nova Iorque, Madrid, Singapura. Viajou, desenhou, cozinhou. «E depois disse: bem, o Peru é a minha identidade.» E voltou. 
 
 Alexandra Prado Coelho, «Há uma revolução no Peru e começou pela comida», Público, P2, 07 - 10 - 2012, pp. 12 - 19 (Fotografia de Nicolas Villaume)
 
TEXTO COMPLETO: AQUI
 
 
 
 

sábado, 13 de outubro de 2012

Autopsicografias


Retirada da Entrada de 29 de Agosto («Outras dez Tatuagens Literárias»)
do Blog da Revista Macondo
DAQUI

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A estante de Catarina


Catarina Sobral, Ilustradora que também escreve as palavras dos seus livros - Ver mais no P3 - «O mundo de texturas literárias de C. S.» - AQUI

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O comboio descendente (J.A. e ....)

Reportagem de Marta Portocarrero, Foto de José Fernandes,no Público,
de 23-09 - 2012
Os funerais da mamã grande, de Marquez, e Palmira de Almeida, 67 anos, empregada doméstica, regressada de Angola em 74
- 3 comboios e 2 metros, de Almada a S. Pedro do Estoril - e que diz:

«Leio em todas as viagens. O meu trabalho é muito manual — sempre a limpar, a limpar — também preciso de exercitar o cérebro”


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Livros à MÃO

Handmade Books,      Jenna Frances Harris
various sizes
Spring 2011http://jennafrancesharris.com/#Handmade-Books


Entenda-se: «feitos à Mão».  Ou Livro de Artista, Livro-Objecto

Joana Bértholo (ex-AA «residente» nestas Casas de G.
- sem que o saiba mesmo -)
pertence ao colectivo que lança uma Editora - «AMOR-LIVRO» -
a «eles» dedicada - AQUI

Extensa, selectiva, LISTA de artistas que se dedicam a  idênticos trabalhos e projectos - e a outras, variadíssimas expressões:
- na secção «Following»

domingo, 29 de julho de 2012

Estante em Ninho de Águia

Visão parcial - de Estante «atulhada» - na sala de trabalho, de Medeiros Ferreira - na casa de Lisboa
Expresso, 28 - 07 - 2012, José Pedro Castanheira e Martim Silva (texto), Tiago Miranda (fotos)

 

Porto vai, Estante fica

«Tempo contado» passou a livro e, por nota final de J. Rentes de Carvalho, vai ser interrompido
quanto ao Porto - colocado em cima, e ao lado do Dicionário da Academia -  foi bebido e glosado 
numa sexta, 13;
quanto à estante, muitos títulos em inglês, no pilar central, «suculento recheio» no geral

domingo, 22 de julho de 2012

Estante e lixo

Michael Haegele / Corbis
A fotografia  ilustra um artigo de Jorge Marmelo sobre Os dias de Davanzati (Basura, lixo, título original) de Hector Abad Faciolince no «2», p. 9.  supl. do Público de hoje, 22 - 07
 - a história de um homem que vai encontrando no lixo de um vizinho os escritos que este produz e logo destrói. 

[de Faciolince, G. já começou várias vezes «Somos o esquecimento que seremos» - vamos a ver se será neste Verão que o termina... -]

sábado, 21 de julho de 2012

Autopsicografia

Saída Negra
Helena Almeida (1934)
Coleção da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento–Depósito Museu de Arte Contemporânea de Serralves [INV FLAD: #5] © Laura Castro Caldas / Paulo Cintra


[«capturada»                 aqui]



Livro-Objecto

O ciclópico acto
Luiza Neto Jorge (1939-1989) ; Jorge Martins (1940)
FCG – Biblioteca de Arte [LA 127] © Jorge Martins, SPA, 2012 | Foto: Carlos Azevedo

‘O Ciclópico Acto’, um livro com poemas de Luiza Neto Jorge que se transformou num livro-objeto de Jorge Martins
Fotografia © DR
[imagem «capturada» do Dn de hoje e da página da Gulbenkian- «ler um livro é como ter o iNfinito nas  mãos» - notícia sobre a exposição 
 "Tarefas Infinitas - Quando a Arte e o Livro se Ilimitam",
até 21 de Outubro, na Gulbenkian]



quinta-feira, 5 de julho de 2012

Autopsicografia

Paper Moby Dick - Fotografia de Flavio Demarchi

Ver as restantes da série «PAPER BOOKS» ---- AQUI

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A estante dos dicionários

«Os bons dicionários» ,
Miguel Esteves Cardoso (Ainda ontem)
      A primeira coisa que faço quando mudo de casa é alinhar os dicionários de português numa prateleira — e cabem sempre numa prateleira.
      Escrevo a palavra “prateleira” e fico envergonhado. Porquê a referência aos pratos? É humilhante falar de prateleiras quando estamos a falar de livros.
        Também não gosto da palavra “estante”. bookshelf (à inglesa) ou bookcase (à americana) juntam os substantivos, como se tivessem nascido um para o outro. Em português é “estante para livros”, como quem diz: “é uma estante especializada, que foi concebida para os idiotas que querem arrumar livros”. É como “hotel para cães” ou “hospital de bonecas”.
      Quais são os dicionários essenciais? Modernamente, é o Grande Dicionário/ Língua Portuguesa da Porto Editora (um só volume, mas a exigir mesa de leitura, para se poder consultar sempre que quisermos) E, mais portátil, a edição mais recente do Dicionário de Língua Portuguesa da mesma editora. Os mais importantes são mais velhos, a começar pelos doze volumes de Moraes. Seguem-se os geniais três volumes de Artur Bivar (um dos quais analógico) e os dois volumes de Caldas Aulete, enriquecidos por citações literárias.
         Junto os dois volumes — inspiradores, por muitos erros que contenham — do Dicionário Etimológico do grande José Pedro Machado.
       Há alguns outros bons dicionários da língua portuguesa de Portugal. Mas estes são não só os melhores como aqueles que mais ajudam a ler e escrever bem a nossa língua.

PÚBLICO, SEG, 25 JUN 2012, p.  45

domingo, 10 de junho de 2012

As estantes do pintor

[quando  General Z
vir esta f.
nunca mais
vai dizer :
«o ESCRIT.
de G.
está
um
Caos»]



Foto de Albuquerque Mendes, por Fernando Veludo / Infactos, Público, 13 - 05 - 2012, pp. 30-31
Reportagem, Entrevista de Sérgio C. Andrade
Título: «A pintura não me chega»    (série: «A minha história da arte»)

Alguns Recortes:
Pintor e performer nascido na Beira Alta e fixado no Porto desde o início da década de 1970, Albuquerque Mendes tem uma obra marcada pela iconoclastia com que aborda temas como a religião, a saúde e a sua própria biografia. Começou a fazer “rituais” em 1974, e sempre entendeu a pintura como uma encenação litúrgica. […]
Não é fácil entrar no atelier  […].a acumulação de quadros, pastas, caixas, sacos, livros e brinquedos quase impede o acesso a este mundo mágico do artista em acção, rodeado por um mar de objectos. […]
Para evocar a sua infância na Beira Alta, fez-nos subir ao mezanino do atelier, também pejado de armários, sacos com a recolecção dos objectos mais diversos — “tudo isto é para reciclar para as minhas obras” —, estantes e livros, com destaque para a banda desenhada que dourou a sua infância — “lia principalmente o Pato Donald e o Zé Carioca, que o meu pai mandava vir do Brasil; mas também li, nos anos da escola primária, Os 120 Dias de Sodoma, do Sade, e A Cartuxa de Parma, do Stendhal, que me impressionou muito, mesmo se eu não percebia muito bem o que aquilo era”. Há também os brinquedos — ou melhor, o que resta […]
Mas as diferentes camadas em que se vai acumulando o acervo afectivo do pintor contêm igualmente preciosidades bibliográficas, como as primeiras edições dos livros de Ana Hatherly — “Tenho-os todos, gosto de tudo o que ela faz” — e d’A Invenção do Dia Claro (1921), de Almada Negreiros, uma antiga edição ilustrada de Les Chansons de Bilitis, de Pierre Louÿs, ou o belíssimo volume com as sombras de Lurdes Castro (D’Ombres, Antuérpia, 1974) e o catálogo da histórica exposição Alternativa Zero, que José Ernesto de Sousa organizou em Lisboa em 1977, uma das primeiras em que Albuquerque participou. […]

[...] numa das suas primeiras performances Ritual, Os Tês Dedos da Mão do Arco-Íris, no Porto, em 1977

quinta-feira, 7 de junho de 2012

LIvros-Esculturas



Recolhido no «Bibliotecário de Babel», que remete para AQUI, que depois remete para outros endereços
São criações do artista Jonathan Callan



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Letras e Arquitectura

10 casas inspiradas em 10 obras literárias


El Castell, inspired by Franz Kafka’s The Castle
This apartment block, built in 1968 by architect Ricardo Bofill in Barcelona, is in part an homage to Franz Kafka — with all those harsh cubes and confusing gateways, we think the influence is clear. Even the complex’s name, “El Castell” is Catalan for “The Castle,” after one of Kafka’s novels.

AQUI

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Biblioteca - no «Cadeirão Voltaire»


Arrumada, ou alinhada, q. b.
Tudo rápido, impossibilitando a identificação de espécie alguma.

Excepto, claro, os 6 volumes (6!) do Houaiss - Enormes, de letra minúscula. Barbaridade completa.

[Ainda há dias, 2 «pitosgas» - Eli e G. - que caíram na asneira de os adquirir, falavam em deles se «libertarem»]

domingo, 19 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sermão aos peixes


A história do «livreiro - peixeiro» e mais fotografias: AQUI

«pescada», de manhã, no «bibliotecário de Babel», de José Mário Silva

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Antígona(s) - filhas de Antígona na Literatura Portuguesa

Ilustração de Cristina Ruivo

A figura de Antígona é uma grelha de leitura alternativa que permite novas abordagens aos estudos literários; uma grelha que as autoras de “Antigone’s Daughters? Gender,Genealogy and the Politics of Authorship in 20th- Century PortugueseWomen’s Writing”aplicam aos casos particulares de seis escritoras portuguesas [Florbela Espanca, Irene Lisboa, Natália Correia, Agustina Bessa-Luís, Lídia Jorge, Hélia Correia]

(Artigo de Raquel Ribeiro, no suplemento «Ipsilon», do Público de 30-12-2011)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

LIVRO ANTIGO - Al Berto

Fotografia de Luísa Ferreira, 1996

LIVRO ANTIGO

violetas secas entre páginas de um livro
onde em tempos anunciaram o amargor da noite
e a humidade tremenda das insónias

o mar
o mar ao longe

debruça-se então para o interior do livro
lê qualquer coisa sobre o coração dos líquenes
ou deambula de sílaba em sílaba onde
os dedos se mancham de tinta e no cérebro
ergue-se uma planta de cinza noite adiante

fechou o livro ao amanhecer
era como se tivesse envelhecido séculos
com as violetas
fecha a persiana e adormece

Al Berto (1948 - 1997), O Medo. [1997, Lisboa, Assírio & Alvim, p. 486] - [de «sete poemas do regresso de Lázaro», 1985]
Respeitosamente recolhido no blogue da Editora Assírio & Alvim

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dança nas Estantes (muito alegre)


After organizing our bookshelf almost a year ago (http://youtu.be/zhRT-PM7vpA), my wife and I (Sean Ohlenkamp) decided to take it to the next level. We spent many sleepless nights moving, stacking, and animating books at Type bookstore in Toronto (883 Queen Street West, (416) 366-8973).

[visto no blogue «A livreira anarquista»] 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Estantes - a da Sala


É uma Sala quase «de Baile». Iluminada por duas enormes janelas. Não se vê na Imagem o Imponente Louceiro de 4 portas de vidro, 4, 12 prateleiras, 12. Qualquer Livro que aí se «atrevesse a entrar» seria «enxutado» por General Z. Territórios.

Restam as 10 prateleiras (e «arrumos» de baixo) do móvel que está na Imagem. Aí se «demoram» os que só de «tempos a tempos são convocados» - à excepção da coleção «M. C.»


Já existiram mais afinidades na distribuição. Na «actual», menos.



Muitas fotos. Mas, em  todas, o «Menino de Sua Mãe».



domingo, 8 de janeiro de 2012

Estantes, sem fim

[Vias várias: «Arteziletras, de J. S., por exemplo]

wheresparetimegoestodie: the perfect reading nook.

Via wheresparetimegoestodie
Bookshelf Porn
Porn for book lovers. A photo blog collection of all the best bookshelf photos from around the world for people who *heart* bookshelves.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Pai herda do Filho


São apenas três prateleiras, numa pequena Estante-Escrivaninha, junto à janela, no quarto que foi do Filho - agora 2.º Escritório de G. (que «sortudo»).
Tem portas de vidro. A única.
Vazia durante quase um mês. É agora Casa de (de cima para baixo): Proust, Saramago, Cossery, Duras, Lispector, O´Connor, Woolf, Sophia, Agostinho Baptista, Ruy Belo, Mourão-Ferreira, Cesário Verde.
Todos de «Famílias separadas».