domingo, 30 de novembro de 2014

79 + 80

«79», hoje; «80», amanhã

[Hoje «é a Hora»
-          
relembra o «DN» - aqui]

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Preciosidade

Getty Images
A pequena localidade de Saint-Omer escondia um tesouro com quase 400 anos: um dos dois exemplares em França da edição original das obras de Shakespeare.
A descoberta foi feita pelo bibliotecário e historiador de arte Rémy Cordonnier, de 31 anos, enquanto procurava material para uma exposição sobre literatura inglesa.


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Paris: Um livreiro americano

Large photograph by Deborah Hayden.
LITERARY ESTATE George Whitman and daughter Sylvia in front of Shakespeare and Company, circa 1985. Inset, Sylvia, now 33, outside the 63-year-old shop, 2014.
DAQUI - referenciada no Onservador - AQUI

sábado, 18 de outubro de 2014

Autopsicografias: Alberto Carneiro + Joana Providência

Paulo Pimenta [Público - «Avança-se pelo mundo de Alberto Carneiro como por uma floresta. Às escuras, tropeçando em árvores, raízes e pedras, até aparecer uma clareira e o céu explodir na luz desgovernada de uma manhã de Inverno. Território, que se estreia esta quarta-feira na ACE/Teatro do Bolhão, Porto, é o que a coreógrafa Joana Providência viu quando fechou os olhos e acordou no mundo primordial, e muito anterior às palavras, do escultor [...]»     

sábado, 11 de outubro de 2014

Chão - Uma criança, um professor...

Em Mingora, onde Malala nasceu, cresceu e foi atacada, as meninas continuam a estudar
Crédito da imagem: A Majeed/AFP
da pp. 2, 3 do Público de hoje  - Sofia Lorena; «Uma criança, um professor, um livro, uma caneta podem mudar o mundo»                       ou DAQUI

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Escrever na Estação de Serviço

Cortázrar fotografado por Carol Dunlop na autoestrada Paris-Marselha, em 1982  -     da página 24 do Público de hoje (»Centenário...», por Luís Miguel Queirós) ou
DAQUI

sábado, 12 de julho de 2014

terça-feira, 27 de maio de 2014

Um amor feliz - David por Francisco ou «Adulto + Adúltero»

[é «fatal»
- sempre que algum(a) Qd.o(a) vem com aquela «conversata» do Trágico [como, por ex, AQUI], S. «dispara»
                         (também há o soneto intitulado «Revólver» que, ainda não há muito «desorientou-aproximou» J. e... - outras histórias]
sempre «o único romance de A. F. da Europa e arredores...»

- neste programa da série »Ler mais Ler melhor» - »Livro da Vida» [anda agora, «desarrumadita», pela RTP INTERN...] - Francisco Simões - (escultor das diversas Figuras...) fala de variados aspetos do Livro e da Oficina, com o volumoso Dactiloscrito original no Colo

- AQUI (enquanto a Santa «deixar...»)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Mafra - (a incrível biblioteca)


A referência surge em múltiplas fontes, a foto, de Will Pryce, vem do
 portal norte-americano Book Riot que diz "que Mafra é a mais incrível biblioteca do globo" - AQUI


sábado, 17 de maio de 2014

Hey, teacher...

... leave the kids alone!

Foto de Nuno Ferreira Santos, do «dossiê» «3 anos de Troika» da Casa do Público, pag. 21 da edição de 17 - 05, ou: DAQUI
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

sábado, 25 de janeiro de 2014

Chaminé da Mota

Ilustração de Nuno Sousa, para »crónica urbana», na «revista 2» do Público, de 19 de janeiro, p. 38, com texto de Patrícia Carvalho

- um recorte:

[...] A livraria é imperdível. Além dos milhares de livros que espreitam por todo o
lado, nas prateleiras que forram as paredes das suas salas — com os temas de cada zona deliciosamente escritos à mão em pedaços de papel —,há verdadeiras peças de museu espalhadas para onde quer que olhe. Bustos e mapas, pequenas prensas e teatros de séculos passados. Postais e máquinas de escrever. É um museu e não é.É um espaço em que nos sentimos livres para passar horas a descobrir o que nem tínhamos pensado procurar e que não queremos deixar tão cedo. Uma casa em que qualquer pessoa pode ser convidada a embrenhar-se na cave, onde estão guardados os volumes que não cabem cá fora, para que vasculhe à vontade e encontre a obra que a fará feliz.[...]


 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Tabacaria

-  Richard Zenith «sumaria» o seu Encontro com a poesia de Pessoa e a língua portuguesa ( em idade mais avançada do que aquela que tinha Tabucchi ...)
 - e Pedro Sousa Pereira comenta o seu  trabalho de Ilustração[...]
- mais uma edição só com este poema, em versão bilingue, e na qual Zenith assina o «Posfácio», além da tradução;

- no «Ler mais, Ler melhor», de 13 de janeiro, na RTP 2 : AQUI

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Lusíadas - no Texas

HARRY RAMSOM CENTER - UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN
Imagem  reproduzida do Público. O artigo - reportagem, de Cláudia Silva,  ocupa-se de um ex. da primeira edição de Os Lusíadas - propriedade de um centro de I. da Universidade do Texas, em Austin - adquirido em 1970, por [...] - que talvez tenha sido do próprio Camões - e de vários outros assuntos relacionados, como, por exemplo, a questão (ou «Mito»), «trissecular», de ter havido uma ou duas «primeiras edições». Teria pertencido ao próprio  poeta, «que o teria consigo quando Frei Joseph [Índio] o terá assistido no leito de morte» [...] «padre do Sul da Índia, convertido ao cristianismo [...] 30 anos mais velho[...] autor de comentários inseridos nas margens» [...] uma das razões que torna ainda mais precioso o ex.

Recorte, do início do artigo:
«Ler e examinar um dos raros exemplares sobreviventes da primeira edição de Os Lusíadas – poema épico de Luís de Camões (1524?-1580) –, impressa em 1572, é uma cerimónia quase religiosa, como se tivéssemos ido parar a uma cena do filme O Nome da Rosa . [...]»
LER o artigo completo: AQUI

[é referida a existência de 34 exemplares - «espalhados» por sete países e a «provável posse» de alguns outros, «em mãos de particulares», em Portugal; 
S. lembra-se da vinda a Portugal de K. David Jackson, em 2003, que os «mapeou», estudou e editou em CD-ROM  - S. pensa não estar a «inventar memórias», quando relembra que o tal investigador [...]    

sábado, 28 de setembro de 2013

Autopsicografias (Ramos Rosa)

Dactiloscrito de um poema do ciclo Não sei de onde vem o vento, do livro Três, de 1995.

Na parte de baixo da folha, vê-se que o poeta ensaiou várias alternativas até transformar «o sol quase se quebra nas vértebras do corpo» em
«o sol, vertiginosamente, os poros incendeia», solução que transitou para a versão publicada. 
[incluído numa pequena seleção de papéis do Espólio - na BN - , reproduzidos no  Público ]                

AQUI






 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Natália - «A Outra que era Eu»

[faria 90 anos]

«A Outra que era Eu» -
Foto de Pedro Cunha, reproduzida do Público, 13 - 09 - 2013, p. 49
 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Auopsicografias - Campos - Sentir Pensando, Tocando-se

Fotografia de Dato Daraselia 
Gonçalo divide o quarto com a irmã de 11 anos. A fronteira é traçada por um biombo. Do seu lado, abundam os livros
[...]Na parede, por cima da escrivaninha, há um verso de Álvaro de Campos: "Sentir tudo de todas as maneiras." Ele identifica-se com esse poema, que prossegue assim: "Quanto mais personalidade eu tiver, /Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver, /Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas, /Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento, /Estiver, sentir, viver, for, /Mais possuirei a existência total do universo, /Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."
[...] Há muitos livros nesta metade de quarto - a fronteira com a metade destinada à irmã marca-se com um biombo, ao qual tantas vezes se encosta, de livro na mão. Lia apenas literatura juvenil antes de entrar na academia. Foi por influência de professores e colegas que começou a ler literatura sem mais. E não vale procurar uma unidade nos títulos sobrepostos que não a que Gonçalo resume numa frase: "Gosto de livros que me fazem pensar tocando-me."
[...]
Ana Cristina Pereira, Público, 16 - 08 - 2013, pp. 12, 13 - AQUI

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Retrato de Urbano

Na Estante - compacta - alguns dos Títulos que se reconhecem são de:

José Régio
Henri Michaux

[...]

Fotografia de Daniel Rocha, Público, 10 - 08 - 2013, p. 4

[«Memória de Urbano», Artigo de Nuno Júdice - AQUI]

domingo, 11 de agosto de 2013

Mesa em que escrevia Aquilino Ribeiro, Foto de Paulo Pimenta, Público,
11 - O8 - 2012, p- 33

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

BULA

O número de 
Agosto da «Bula - Comprimidos Literários», no «Correio do PorTO»

esteve a cargo» de Rui Manuel Amaral

A CONSTRUÇÃO do FOLHETO -                
AQUI

sábado, 27 de julho de 2013

Eça - A Relíquia


«Ouvir o silêncio a Ler» - Janeiro de 2013 - Palácio 1213 - Mais, aqui

Sá da Costa

Fotografia de Sofia Vaz, da página EL do jornal I - AQUI
- S.confessa que, como Livraria, a S. da C. nunca o «atraiu» muito, porque [...]
 - há décadas, desde Menino e Liceal (P. M.) que, quando na Zona, aí entrava e saía, nunca gostando muito do que via ou «cheirava» [...] 

- numa das últimas «intervenções», durante a colocação à vista da estrutura mais funda da montra lateral, [...]         [perguntem ao próprio]

 - Ainda assim, merecia outra sorte [...]

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Óbidos - Vila Literária

Uma LIvraria numa (antiga) Igreja ( a de Santiago) - Artigo, de Vitor Belanciano - AQUI,  e Vídeo , de Vítor Hugo Costa,  com depoimento de José Pinho, no jornal Público:AQUI
 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Divina Comédia

do Público de dia 7, por Isabel Lucas:
Num velho Armazém de uma antiga Editora vai nascer uma nova
- «Lisboa. É uma palavra quase sempre presente no discurso do editor. Lisboa. Gosta tanto de livros quanto da cidade onde nasceu e vive e para o centro da qual agora se vê regressar» -
AQUI - «Janelas verdes para o centro de Lisboa»

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

504

504 - Quadrado  de Porta (sempre) aberta - só T. «foge da Objectiva como o Diabo da Cruz»

 
Mais: AQUI

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ícaro de Papel - Maria Rita

«Cortadeira de histórias», assim é designada na Galeria que lhe é dedicada no «P3».
No mesmo local:
- outros endereços de «Cortadores de Papel»
- o endereço da Artista - com as séries «Alice» ( aque pertence o «Ícaro»), «Esculturas de Papel» e «Lolitas»
 




segunda-feira, 22 de outubro de 2012

«Comboios de Livros» - Duarte Belo



série de fotografias, de 2008, de Duarte Belo, todas da BN de Lisboa.
Ver mais no endereço do Fotógrafo: AQUI

domingo, 21 de outubro de 2012

A Estante do Chef


Sobre a  Estante: «Recebe-nos no seu escritório. Uma estante cheia de livros de gastronomia de todo o mundo. Outra cheia de frascos com sementes, grãos, folhas, pós, todos com rótulos com palavras difíceis de pronunciar. Podia ser uma farmácia antiga. E é, de certa forma, um laboratório para as experiências que Virgílio (Martinez) faz constantemente com novos produtos. «Antigamente não tínhamos orgulho nestes produtos. Não comíamos quinoa, kiwicha, batatas, preferíamos a cozinha francesa ou a italiana», conta. Cresceu a ouvir que não havia nada de que os peruanos se pudessem orgulhar. Decidiu partir, viajar. «A minha mãe é pintora e arquitecta», conta, [...] «E sempre me ensinou a fazer coisas com as mãos. Tornei-me cozinheiro porque queria fazer coisas com as mãos [...] Andou pelo Canadá, por Londres, Nova Iorque, Madrid, Singapura. Viajou, desenhou, cozinhou. «E depois disse: bem, o Peru é a minha identidade.» E voltou. 
 
 Alexandra Prado Coelho, «Há uma revolução no Peru e começou pela comida», Público, P2, 07 - 10 - 2012, pp. 12 - 19 (Fotografia de Nicolas Villaume)
 
TEXTO COMPLETO: AQUI
 

sábado, 13 de outubro de 2012

Autopsicografias


Retirada da Entrada de 29 de Agosto («Outras dez Tatuagens Literárias»)
do Blog da Revista Macondo
DAQUI

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A estante de Catarina


Catarina Sobral, Ilustradora que também escreve as palavras dos seus livros - Ver mais no P3 - «O mundo de texturas literárias de C. S.» - AQUI

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O comboio descendente (J.A. e ....)

Reportagem de Marta Portocarrero, Foto de José Fernandes,no Público,
de 23-09 - 2012
Os funerais da mamã grande, de Marquez, e Palmira de Almeida, 67 anos, empregada doméstica, regressada de Angola em 74
- 3 comboios e 2 metros, de Almada a S. Pedro do Estoril - e que diz:

«Leio em todas as viagens. O meu trabalho é muito manual — sempre a limpar, a limpar — também preciso de exercitar o cérebro”


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Livros à MÃO

Handmade Books,      Jenna Frances Harris
various sizes
Spring 2011http://jennafrancesharris.com/#Handmade-Books


Entenda-se: «feitos à Mão».  Ou Livro de Artista, Livro-Objecto

Joana Bértholo (ex-AA «residente» nestas Casas de G.
- sem que o saiba mesmo -)
pertence ao colectivo que lança uma Editora - «AMOR-LIVRO» -
a «eles» dedicada - AQUI

Extensa, selectiva, LISTA de artistas que se dedicam a  idênticos trabalhos e projectos - e a outras, variadíssimas expressões:
- na secção «Following»

domingo, 29 de julho de 2012

Estante em Ninho de Águia

Visão parcial - de Estante «atulhada» - na sala de trabalho, de Medeiros Ferreira - na casa de Lisboa
Expresso, 28 - 07 - 2012, José Pedro Castanheira e Martim Silva (texto), Tiago Miranda (fotos)

 

Porto vai, Estante fica

«Tempo contado» passou a livro e, por nota final de J. Rentes de Carvalho, vai ser interrompido
quanto ao Porto - colocado em cima, e ao lado do Dicionário da Academia -  foi bebido e glosado 
numa sexta, 13;
quanto à estante, muitos títulos em inglês, no pilar central, «suculento recheio» no geral

domingo, 22 de julho de 2012

Estante e lixo

Michael Haegele / Corbis
A fotografia  ilustra um artigo de Jorge Marmelo sobre Os dias de Davanzati (Basura, lixo, título original) de Hector Abad Faciolince no «2», p. 9.  supl. do Público de hoje, 22 - 07
 - a história de um homem que vai encontrando no lixo de um vizinho os escritos que este produz e logo destrói. 

[de Faciolince, G. já começou várias vezes «Somos o esquecimento que seremos» - vamos a ver se será neste Verão que o termina... -]

sábado, 21 de julho de 2012

Autopsicografia

Saída Negra
Helena Almeida (1934)
Coleção da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento–Depósito Museu de Arte Contemporânea de Serralves [INV FLAD: #5] © Laura Castro Caldas / Paulo Cintra


[«capturada»                 aqui]



Livro-Objecto

O ciclópico acto
Luiza Neto Jorge (1939-1989) ; Jorge Martins (1940)
FCG – Biblioteca de Arte [LA 127] © Jorge Martins, SPA, 2012 | Foto: Carlos Azevedo

‘O Ciclópico Acto’, um livro com poemas de Luiza Neto Jorge que se transformou num livro-objeto de Jorge Martins
[imagem «capturada» do Dn de hoje e da página da Gulbenkian- «ler um livro é como ter o iNfinito nas  mãos» - notícia sobre a exposição ] [«apagados»] "Tarefas Infinitas - Quando a Arte e o Livro se Ilimitam",até 21 de Outubro, na Gulbenkian] [«apagados»]

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Autopsicografia

Paper Moby Dick - Fotografia de Flavio Demarchi

Ver as restantes da série «PAPER BOOKS» ---- AQUI

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A estante dos dicionários

«Os bons dicionários» ,
Miguel Esteves Cardoso (Ainda ontem)
      A primeira coisa que faço quando mudo de casa é alinhar os dicionários de português numa prateleira — e cabem sempre numa prateleira.
      Escrevo a palavra “prateleira” e fico envergonhado. Porquê a referência aos pratos? É humilhante falar de prateleiras quando estamos a falar de livros.
        Também não gosto da palavra “estante”. bookshelf (à inglesa) ou bookcase (à americana) juntam os substantivos, como se tivessem nascido um para o outro. Em português é “estante para livros”, como quem diz: “é uma estante especializada, que foi concebida para os idiotas que querem arrumar livros”. É como “hotel para cães” ou “hospital de bonecas”.
      Quais são os dicionários essenciais? Modernamente, é o Grande Dicionário/ Língua Portuguesa da Porto Editora (um só volume, mas a exigir mesa de leitura, para se poder consultar sempre que quisermos) E, mais portátil, a edição mais recente do Dicionário de Língua Portuguesa da mesma editora. Os mais importantes são mais velhos, a começar pelos doze volumes de Moraes. Seguem-se os geniais três volumes de Artur Bivar (um dos quais analógico) e os dois volumes de Caldas Aulete, enriquecidos por citações literárias.
         Junto os dois volumes — inspiradores, por muitos erros que contenham — do Dicionário Etimológico do grande José Pedro Machado.
       Há alguns outros bons dicionários da língua portuguesa de Portugal. Mas estes são não só os melhores como aqueles que mais ajudam a ler e escrever bem a nossa língua.

PÚBLICO, SEG, 25 JUN 2012, p.  45

domingo, 10 de junho de 2012

As estantes do pintor

[quando  General Z
vir esta f.
nunca mais
vai dizer :
«o ESCRIT.
de G.
está
um
Caos»]



Foto de Albuquerque Mendes, por Fernando Veludo / Infactos, Público, 13 - 05 - 2012, pp. 30-31
Reportagem, Entrevista de Sérgio C. Andrade
Título: «A pintura não me chega»    (série: «A minha história da arte»)

Alguns Recortes:
Pintor e performer nascido na Beira Alta e fixado no Porto desde o início da década de 1970, Albuquerque Mendes tem uma obra marcada pela iconoclastia com que aborda temas como a religião, a saúde e a sua própria biografia. Começou a fazer “rituais” em 1974, e sempre entendeu a pintura como uma encenação litúrgica. […]
Não é fácil entrar no atelier  […].a acumulação de quadros, pastas, caixas, sacos, livros e brinquedos quase impede o acesso a este mundo mágico do artista em acção, rodeado por um mar de objectos. […]
Para evocar a sua infância na Beira Alta, fez-nos subir ao mezanino do atelier, também pejado de armários, sacos com a recolecção dos objectos mais diversos — “tudo isto é para reciclar para as minhas obras” —, estantes e livros, com destaque para a banda desenhada que dourou a sua infância — “lia principalmente o Pato Donald e o Zé Carioca, que o meu pai mandava vir do Brasil; mas também li, nos anos da escola primária, Os 120 Dias de Sodoma, do Sade, e A Cartuxa de Parma, do Stendhal, que me impressionou muito, mesmo se eu não percebia muito bem o que aquilo era”. Há também os brinquedos — ou melhor, o que resta […]
Mas as diferentes camadas em que se vai acumulando o acervo afectivo do pintor contêm igualmente preciosidades bibliográficas, como as primeiras edições dos livros de Ana Hatherly — “Tenho-os todos, gosto de tudo o que ela faz” — e d’A Invenção do Dia Claro (1921), de Almada Negreiros, uma antiga edição ilustrada de Les Chansons de Bilitis, de Pierre Louÿs, ou o belíssimo volume com as sombras de Lurdes Castro (D’Ombres, Antuérpia, 1974) e o catálogo da histórica exposição Alternativa Zero, que José Ernesto de Sousa organizou em Lisboa em 1977, uma das primeiras em que Albuquerque participou. […]

[...] numa das suas primeiras performances Ritual, Os Tês Dedos da Mão do Arco-Íris, no Porto, em 1977

quinta-feira, 7 de junho de 2012

LIvros-Esculturas



Recolhido no «Bibliotecário de Babel», que remete para AQUI, que depois remete para outros endereços
São criações do artista Jonathan Callan



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Letras e Arquitectura

10 casas inspiradas em 10 obras literárias


El Castell, inspired by Franz Kafka’s The Castle
This apartment block, built in 1968 by architect Ricardo Bofill in Barcelona, is in part an homage to Franz Kafka — with all those harsh cubes and confusing gateways, we think the influence is clear. Even the complex’s name, “El Castell” is Catalan for “The Castle,” after one of Kafka’s novels.

AQUI