«Velho livrariófilo (não é bibliófilo , é viciado em livrarias e estantes),» [...] Jorge Silva Melo, Público, «Mil Folhas», 26-04-2003; Século passado, 2007, pp. 519,20]
domingo, 30 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Preciosidade
Getty Images
A pequena localidade de Saint-Omer escondia um tesouro com quase 400 anos: um dos dois exemplares em França da edição original das obras de Shakespeare.
A descoberta foi feita pelo bibliotecário e historiador de arte Rémy Cordonnier, de 31 anos, enquanto procurava material para uma exposição sobre literatura inglesa.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
Autopsicografias: Alberto Carneiro + Joana Providência
sábado, 11 de outubro de 2014
Chão - Uma criança, um professor...
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| Em Mingora, onde Malala nasceu, cresceu e foi atacada, as meninas continuam a estudar Crédito da imagem: A Majeed/AFP da pp. 2, 3 do Público de hoje - Sofia Lorena; «Uma criança, um professor, um livro, uma caneta podem mudar o mundo» ou DAQUI |
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Escrever na Estação de Serviço
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| Cortázrar fotografado por Carol Dunlop na autoestrada Paris-Marselha, em 1982 - da página 24 do Público de hoje (»Centenário...», por Luís Miguel Queirós) ou DAQUI |
sábado, 12 de julho de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
Um amor feliz - David por Francisco ou «Adulto + Adúltero»
[é «fatal»
- sempre que algum(a) Qd.o(a) vem com aquela «conversata» do Trágico [como, por ex, AQUI], S. «dispara»
(também há o soneto intitulado «Revólver» que, ainda não há muito «desorientou-aproximou» J. e... - outras histórias]
sempre «o único romance de A. F. da Europa e arredores...»
- neste programa da série »Ler mais Ler melhor» - »Livro da Vida» [anda agora, «desarrumadita», pela RTP INTERN...] - Francisco Simões - (escultor das diversas Figuras...) fala de variados aspetos do Livro e da Oficina, com o volumoso Dactiloscrito original no Colo
- AQUI (enquanto a Santa «deixar...»)
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Mafra - (a incrível biblioteca)
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| A referência surge em múltiplas fontes, a foto, de Will Pryce, vem do portal norte-americano Book Riot que diz "que Mafra é a mais incrível biblioteca do globo" - AQUI |
sábado, 17 de maio de 2014
Hey, teacher...
... leave the kids alone!
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| Foto de Nuno Ferreira Santos, do «dossiê» «3 anos de Troika» da Casa do Público, pag. 21 da edição de 17 - 05, ou: DAQUI |
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
A Estante - esse grande organizador + «Casas de Papel»
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- «dez casas (...)»
- S. «chegou lá» guiado pelo registo de ontem, 12 - 02, de M. do R. P. no seu «Horas Extraordinárias» - «Casas de Papel» AQUI
|
sábado, 25 de janeiro de 2014
Chaminé da Mota

Ilustração de Nuno Sousa, para »crónica urbana», na «revista 2» do Público, de 19 de janeiro, p. 38, com texto de Patrícia Carvalho
- um recorte:
[...] A livraria é imperdível. Além dos milhares de livros que espreitam por todo o
lado, nas prateleiras que forram as paredes das suas salas — com os temas de cada zona deliciosamente escritos à mão em pedaços de papel —,há verdadeiras peças de museu espalhadas para onde quer que olhe. Bustos e mapas, pequenas prensas e teatros de séculos passados. Postais e máquinas de escrever. É um museu e não é.É um espaço em que nos sentimos livres para passar horas a descobrir o que nem tínhamos pensado procurar e que não queremos deixar tão cedo. Uma casa em que qualquer pessoa pode ser convidada a embrenhar-se na cave, onde estão guardados os volumes que não cabem cá fora, para que vasculhe à vontade e encontre a obra que a fará feliz.[...]
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Tabacaria
- Richard Zenith «sumaria» o seu Encontro com a poesia de Pessoa e a língua portuguesa ( em idade mais avançada do que aquela que tinha Tabucchi ...)
- mais uma edição só com este poema, em versão bilingue, e na qual Zenith assina o «Posfácio», além da tradução;
- no «Ler mais, Ler melhor», de 13 de janeiro, na RTP 2 : AQUI
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
O menino que faltava às aulas de Caligrafia
Depoimento de José Braz, calígrafo, «arte rara» (de «escrever com beleza»)
- vídeo na Casa do Público
AQUI: http://www.publico.pt/multimedia/video/jose-braz-o-caligrafo-20140103-170136?autoplay=1
- vídeo na Casa do Público
AQUI: http://www.publico.pt/multimedia/video/jose-braz-o-caligrafo-20140103-170136?autoplay=1
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Lusíadas - no Texas
HARRY RAMSOM CENTER - UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN
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Imagem reproduzida do Público. O artigo - reportagem, de Cláudia Silva, ocupa-se de um ex. da primeira edição de Os Lusíadas - propriedade de um centro de I. da Universidade do Texas, em Austin - adquirido em 1970, por [...] - que talvez tenha sido do próprio Camões - e de vários outros assuntos relacionados, como, por exemplo, a questão (ou «Mito»), «trissecular», de ter havido uma ou duas «primeiras edições». Teria pertencido ao próprio poeta, «que o teria consigo quando Frei Joseph [Índio] o terá assistido no leito de morte» [...] «padre do Sul da Índia, convertido ao cristianismo [...] 30 anos mais velho[...] autor de comentários inseridos nas margens» [...] uma das razões que torna ainda mais precioso o ex.
Recorte, do início do artigo:
«Ler e examinar um dos raros exemplares sobreviventes da primeira edição de Os Lusíadas – poema épico de Luís de Camões (1524?-1580) –, impressa em 1572, é uma cerimónia quase religiosa, como se tivéssemos ido parar a uma cena do filme O Nome da Rosa . [...]»
LER o artigo completo: AQUI
[é referida a existência de 34 exemplares - «espalhados» por sete países e a «provável posse» de alguns outros, «em mãos de particulares», em Portugal;
S. lembra-se da vinda a Portugal de K. David Jackson, em 2003, que os «mapeou», estudou e editou em CD-ROM - S. pensa não estar a «inventar memórias», quando relembra que o tal investigador [...]
sábado, 28 de setembro de 2013
Autopsicografias (Ramos Rosa)
Dactiloscrito de um poema do ciclo Não sei de onde vem o vento, do livro Três, de 1995.
Na parte de baixo da folha, vê-se que o poeta ensaiou várias alternativas até transformar «o sol quase se quebra nas vértebras do corpo» em
«o sol, vertiginosamente, os poros incendeia», solução que transitou para a versão publicada.
[incluído numa pequena seleção de papéis do Espólio - na BN - , reproduzidos no Público ]
AQUI
Na parte de baixo da folha, vê-se que o poeta ensaiou várias alternativas até transformar «o sol quase se quebra nas vértebras do corpo» em
«o sol, vertiginosamente, os poros incendeia», solução que transitou para a versão publicada.
[incluído numa pequena seleção de papéis do Espólio - na BN - , reproduzidos no Público ]
AQUI
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Auopsicografias - Campos - Sentir Pensando, Tocando-se
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| Fotografia de Dato Daraselia Gonçalo divide o quarto com a irmã de 11 anos. A fronteira é traçada por um biombo. Do seu lado, abundam os livros
[...]Na parede, por cima da escrivaninha, há um verso de Álvaro de Campos: "Sentir tudo de todas as maneiras." Ele identifica-se com esse poema, que prossegue assim: "Quanto mais personalidade eu tiver, /Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver, /Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas, /Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento, /Estiver, sentir, viver, for, /Mais possuirei a existência total do universo, /Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."
[...] Há muitos livros nesta metade de quarto - a fronteira com a metade destinada à irmã marca-se com um biombo, ao qual tantas vezes se encosta, de livro na mão. Lia apenas literatura juvenil antes de entrar na academia. Foi por influência de professores e colegas que começou a ler literatura sem mais. E não vale procurar uma unidade nos títulos sobrepostos que não a que Gonçalo resume numa frase: "Gosto de livros que me fazem pensar tocando-me."
[...]
Ana Cristina Pereira, Público, 16 - 08 - 2013, pp. 12, 13 - AQUI
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terça-feira, 13 de agosto de 2013
Retrato de Urbano
Na Estante - compacta - alguns dos Títulos que se reconhecem são de:
José Régio
Henri Michaux
[...]
Fotografia de Daniel Rocha, Público, 10 - 08 - 2013, p. 4
[«Memória de Urbano», Artigo de Nuno Júdice - AQUI]
domingo, 11 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
BULA
O número de
Agosto da «Bula - Comprimidos Literários», no «Correio do PorTO»
esteve a cargo» de Rui Manuel Amaral
A CONSTRUÇÃO do FOLHETO -
AQUI
Agosto da «Bula - Comprimidos Literários», no «Correio do PorTO»
esteve a cargo» de Rui Manuel Amaral
A CONSTRUÇÃO do FOLHETO -
AQUI
sábado, 27 de julho de 2013
Sá da Costa
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| Fotografia de Sofia Vaz, da página EL do jornal I - AQUI |
- S.confessa que, como Livraria, a S. da C. nunca o «atraiu» muito, porque [...]
- há décadas, desde Menino e Liceal (P. M.) que, quando na Zona, aí entrava e saía, nunca gostando muito do que via ou «cheirava» [...]
- numa das últimas «intervenções», durante a colocação à vista da estrutura mais funda da montra lateral, [...] [perguntem ao próprio]
- Ainda assim, merecia outra sorte [...]
quinta-feira, 16 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Divina Comédia
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| do Público de dia 7, por Isabel Lucas: Num velho Armazém de uma antiga Editora vai nascer uma nova - «Lisboa. É uma palavra quase sempre presente no discurso do editor. Lisboa. Gosta tanto de livros quanto da cidade onde nasceu e vive e para o centro da qual agora se vê regressar» - AQUI - «Janelas verdes para o centro de Lisboa» |
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
504
504 - Quadrado de Porta (sempre) aberta - só T. «foge da Objectiva como o Diabo da Cruz»
| Mais: AQUI |
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Ícaro de Papel - Maria Rita
«Cortadeira de histórias», assim é designada na Galeria que lhe é dedicada no «P3».
No mesmo local:
- outros endereços de «Cortadores de Papel»
- o endereço da Artista - com as séries «Alice» ( aque pertence o «Ícaro»), «Esculturas de Papel» e «Lolitas»
No mesmo local:
- outros endereços de «Cortadores de Papel»
- o endereço da Artista - com as séries «Alice» ( aque pertence o «Ícaro»), «Esculturas de Papel» e «Lolitas»

segunda-feira, 22 de outubro de 2012
«Comboios de Livros» - Duarte Belo

série de fotografias, de 2008, de Duarte Belo, todas da BN de Lisboa.
Ver mais no endereço do Fotógrafo: AQUI
domingo, 21 de outubro de 2012
A Estante do Chef
Sobre a Estante: «Recebe-nos no seu escritório. Uma estante cheia de livros de gastronomia de todo o mundo. Outra cheia de frascos com sementes, grãos, folhas, pós, todos com rótulos com palavras difíceis de pronunciar. Podia ser uma farmácia antiga. E é, de certa forma, um laboratório para as experiências que Virgílio (Martinez) faz constantemente com novos produtos. «Antigamente não tínhamos orgulho nestes produtos. Não comíamos quinoa, kiwicha, batatas, preferíamos a cozinha francesa ou a italiana», conta. Cresceu a ouvir que não havia nada de que os peruanos se pudessem orgulhar. Decidiu partir, viajar. «A minha mãe é pintora e arquitecta», conta, [...] «E sempre me ensinou a fazer coisas com as mãos. Tornei-me cozinheiro porque queria fazer coisas com as mãos [...] Andou pelo Canadá, por Londres, Nova Iorque, Madrid, Singapura. Viajou, desenhou, cozinhou. «E depois disse: bem, o Peru é a minha identidade.» E voltou.
Alexandra Prado Coelho, «Há uma revolução no Peru e começou pela comida», Público, P2, 07 - 10 - 2012, pp. 12 - 19 (Fotografia de Nicolas Villaume)
TEXTO COMPLETO: AQUI
sábado, 13 de outubro de 2012
Autopsicografias
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| Retirada da Entrada de 29 de Agosto («Outras dez Tatuagens Literárias») do Blog da Revista Macondo DAQUI |
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
A estante de Catarina
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| Catarina Sobral, Ilustradora que também escreve as palavras dos seus livros - Ver mais no P3 - «O mundo de texturas literárias de C. S.» - AQUI |
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O comboio descendente (J.A. e ....)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
(recortada) Zoologia Bizarra - Ferreira Gullar
Explica a LEI DO ACASO na criação da obra:
[vídeo em «Ler mais Ler Melhor»]
[vídeo em «Ler mais Ler Melhor»]
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Livros à MÃO
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| Handmade Books, Jenna Frances Harris various sizes Spring 2011http://jennafrancesharris.com/#Handmade-Books |
Joana Bértholo (ex-AA «residente» nestas Casas de G.
- sem que o saiba mesmo -)
pertence ao colectivo que lança uma Editora - «AMOR-LIVRO» -
a «eles» dedicada - AQUI
Extensa, selectiva, LISTA de artistas que se dedicam a idênticos trabalhos e projectos - e a outras, variadíssimas expressões:
AÍ - na secção «Following»
domingo, 29 de julho de 2012
Porto vai, Estante fica
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| «Tempo contado» passou a livro e, por nota final de J. Rentes de Carvalho, vai ser interrompido quanto ao Porto - colocado em cima, e ao lado do Dicionário da Academia - foi bebido e glosado numa sexta, 13; quanto à estante, muitos títulos em inglês, no pilar central, «suculento recheio» no geral |
domingo, 22 de julho de 2012
Estante e lixo
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| Michael Haegele / Corbis |
A fotografia ilustra um artigo de Jorge Marmelo sobre Os dias de Davanzati (Basura, lixo, título original) de Hector Abad Faciolince no «2», p. 9. supl. do Público de hoje, 22 - 07
- a história de um homem que vai encontrando no lixo de um vizinho os escritos que este produz e logo destrói.
[de Faciolince, G. já começou várias vezes «Somos o esquecimento que seremos» - vamos a ver se será neste Verão que o termina... -]
sábado, 21 de julho de 2012
Autopsicografia
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| Saída Negra Helena Almeida (1934) Coleção da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento–Depósito Museu de Arte Contemporânea de Serralves [INV FLAD: #5] © Laura Castro Caldas / Paulo Cintra
[«capturada» aqui]
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Livro-Objecto
O ciclópico acto
Luiza Neto Jorge (1939-1989) ; Jorge Martins (1940)
FCG – Biblioteca de Arte [LA 127] © Jorge Martins, SPA, 2012 | Foto: Carlos Azevedo
‘O Ciclópico Acto’, um livro com poemas de Luiza Neto Jorge que se transformou num livro-objeto de Jorge Martins
[imagem «capturada» do Dn de hoje e da página da Gulbenkian- «ler um livro é como ter o iNfinito nas mãos» - notícia sobre a exposição ] [«apagados»] "Tarefas Infinitas - Quando a Arte e o Livro se Ilimitam",até 21 de Outubro, na Gulbenkian] [«apagados»]
Luiza Neto Jorge (1939-1989) ; Jorge Martins (1940)
FCG – Biblioteca de Arte [LA 127] © Jorge Martins, SPA, 2012 | Foto: Carlos Azevedo
‘O Ciclópico Acto’, um livro com poemas de Luiza Neto Jorge que se transformou num livro-objeto de Jorge Martins
[imagem «capturada» do Dn de hoje e da página da Gulbenkian- «ler um livro é como ter o iNfinito nas mãos» - notícia sobre a exposição ] [«apagados»] "Tarefas Infinitas - Quando a Arte e o Livro se Ilimitam",até 21 de Outubro, na Gulbenkian] [«apagados»]
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Autopsicografia
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| Paper Moby Dick - Fotografia de Flavio Demarchi
Ver as restantes da série «PAPER BOOKS» ---- AQUI
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
A estante dos dicionários
«Os bons dicionários» ,
Miguel Esteves Cardoso
(Ainda ontem)
PÚBLICO, SEG, 25 JUN 2012, p. 45
Miguel Esteves Cardoso
A primeira coisa que faço quando mudo de casa é
alinhar os dicionários de português numa prateleira — e cabem sempre numa
prateleira.
Escrevo a palavra “prateleira”
e fico envergonhado. Porquê a referência aos pratos? É humilhante falar de
prateleiras quando estamos a falar de livros.
Também não gosto da palavra
“estante”. bookshelf (à inglesa) ou bookcase (à americana)
juntam os substantivos, como se tivessem nascido um para o outro. Em português
é “estante para livros”, como quem diz: “é uma estante especializada, que foi
concebida para os idiotas que querem arrumar livros”. É como “hotel para cães”
ou “hospital de bonecas”.
Quais são os dicionários
essenciais? Modernamente, é o Grande Dicionário/ Língua Portuguesa da Porto Editora (um só volume, mas a exigir
mesa de leitura, para se poder consultar sempre que quisermos) E, mais
portátil, a edição mais recente do Dicionário de Língua Portuguesa da mesma editora. Os mais importantes são mais velhos, a começar
pelos doze volumes de Moraes. Seguem-se os geniais três volumes de Artur Bivar
(um dos quais analógico) e os dois volumes de Caldas Aulete, enriquecidos por
citações literárias.
Junto os dois volumes —
inspiradores, por muitos erros que contenham — do Dicionário Etimológico do grande José Pedro Machado.
Há alguns outros bons
dicionários da língua portuguesa de Portugal. Mas estes são não só os melhores
como aqueles que mais ajudam a ler e escrever bem a nossa língua.
PÚBLICO, SEG, 25 JUN 2012, p. 45
domingo, 10 de junho de 2012
As estantes do pintor
![]() |
[quando General Z vir esta f.
nunca mais
vai dizer :
«o ESCRIT.
de G.
está
um
Caos»]
Foto de Albuquerque Mendes, por Fernando Veludo / Infactos, Público, 13 - 05 - 2012, pp. 30-31
Reportagem, Entrevista de Sérgio C. Andrade
Título: «A pintura não me chega» (série: «A minha história da arte»)
Pintor e performer nascido na Beira
Alta e fixado no Porto desde o início da década de 1970, Albuquerque Mendes tem
uma obra marcada pela iconoclastia com que aborda temas como a religião, a
saúde e a sua própria biografia. Começou a fazer “rituais” em 1974, e sempre
entendeu a pintura como uma encenação litúrgica. […]
Não é fácil
entrar no atelier […].a acumulação de quadros, pastas, caixas,
sacos, livros e brinquedos quase impede o acesso a este mundo mágico do artista
em acção, rodeado por um mar de objectos. […]
Para evocar a
sua infância na Beira Alta, fez-nos subir ao mezanino do atelier, também pejado
de armários, sacos com a recolecção dos objectos mais diversos —
“tudo isto é para reciclar para as minhas obras” —, estantes e livros, com
destaque para a banda desenhada que dourou a sua infância — “lia
principalmente o Pato Donald e o Zé Carioca, que o meu pai mandava vir do
Brasil; mas também li, nos anos da escola primária, Os 120 Dias de
Sodoma, do
Sade, e A
Cartuxa de Parma, do Stendhal, que me impressionou
muito, mesmo se eu não percebia muito bem o que aquilo era”. Há também
os brinquedos — ou melhor, o que resta […]
Mas as
diferentes camadas em que se vai acumulando o acervo afectivo do pintor contêm
igualmente preciosidades bibliográficas, como as primeiras edições dos livros
de Ana Hatherly — “Tenho-os todos, gosto de tudo o que ela faz” — e d’A Invenção do
Dia Claro (1921),
de Almada Negreiros, uma antiga edição ilustrada de Les Chansons
de Bilitis,
de Pierre Louÿs, ou o belíssimo volume com as sombras de Lurdes Castro (D’Ombres, Antuérpia,
1974) e o catálogo da histórica exposição Alternativa Zero, que José
Ernesto de Sousa organizou em Lisboa em 1977, uma das primeiras em que
Albuquerque participou. […]
![]() |
| [...] numa das suas primeiras performances Ritual, Os Tês Dedos da Mão do Arco-Íris, no Porto, em 1977 |
quinta-feira, 7 de junho de 2012
LIvros-Esculturas
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| Recolhido no «Bibliotecário de Babel», que remete para AQUI, que depois remete para outros endereços São criações do artista Jonathan Callan |
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Letras e Arquitectura
10 casas inspiradas em 10 obras literárias
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| El Castell, inspired by Franz Kafka’s The Castle This apartment block, built in 1968 by architect Ricardo Bofill in Barcelona, is in part an homage to Franz Kafka — with all those harsh cubes and confusing gateways, we think the influence is clear. Even the complex’s name, “El Castell” is Catalan for “The Castle,” after one of Kafka’s novels.
AQUI
|
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