Imagem «recolhida» nas «Horas Extraordinárias» de Maria do Rosário Pedreira
DAQUI
[ilustrando a história da «Pequena Bibliotecária»]
«Velho livrariófilo (não é bibliófilo , é viciado em livrarias e estantes),» [...] Jorge Silva Melo, Público, «Mil Folhas», 26-04-2003; Século passado, 2007, pp. 519,20]
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| Imagem recolhida de «Horas Extraordinárias» |
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| MIGUEL MOREIRA (argumentista e Desenhador), CATARINA VERDIER (coLorista) «Dez aNOS para Desenhar...», do DN |
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| Exposição de Objectos, Pinturas e Colagens "Sou um tipo que faz coisas" Cruzeiro Seixas - DAQUI |
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| Foto de José Coelho - Lusa; da «Fotogaleria» de hoje, no DN |
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| P. de uma Bíblia do séc. XIII, Univ. da Pensilvânia |
...deram finalmente uma exposição» - título do artigo de hoje do Público - DAQUI
Recorte:
[...] Esta insegurança em relação à obra torna-se evidente quando o visitante de Ernest Hemingway: Between Two Wars tem à sua disposição provas de que o escritor chegou a considerar quatro títulos e 47 finais diferentes para O Adeus às Armas, que começou a escrever em 1918 mas só viria a publicar 11 anos mais tarde. [...]
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| Hemingway escrevia sobretudo a lápis, em blocos de notas baratos, ou no papel que tivesse à mão no momento em que sentia necessidade de apontar uma ideia, um detalhe ROBERT CAPA/ INTERNATIONAL CENTER OF PHOTOGRAPHY/MAGNUM PHOTOS |
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| Livraria Santiago, uma das livrarias que nos últimos anos se instalaram na vila medieval de Óbidos. Neste caso, numa antiga igreja Fotografia © Igor Martins/Global Imagens DAQUI - DN |
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Fotografia © Orlando Almeida / Global Imagens - na entrevista
(«escrevo romances como se fossem poemas, frase a frase»)
de hoje, a João Céu e Silva - DN |
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| Fotografia de Miguel Manso - DAQUI |
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| Pedro Cunha/Aquivo - do Público, de 25-03-2015, pp. 8-9 OU: Daqui - seis poemas escolhidos por ... |
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| Fotografias de João Silva, para artigo de Susana Moreira Marques - primeiro de série «Bibliotecas particulares» - no caso a de Daniel Nunes - Público, 28-12-2014 ou AQUI
Recorte (ou «como tudo começou»):
[...]Terá sido em 1953 ou 1954, numa daquelas cartas que enviava para Cabo Verde, para o pai, contando como ia passando em Lisboa com o irmão mais novo, [...] Eram cartas que o pai depois devolvia, junto com as respostas, corrigidas a vermelho para que aprendesse a escrever bem. E terá sido numa delas que o pai autorizou que o irmão começasse a fumar e instruiu Daniel em relação ao dinheiro que devia retirar da mesada. A Daniel desagradava-lhe o tabaco e decidiu que, de cada vez que desse sete tostões ao irmão para um maço, guardaria outros sete tostões para si. Enquanto o irmão começava um vício, ele começava outro. Primeiro, comprou os livros que o pai o tinha proibido de ler, [...] Lembra-se que o primeiro livro que comprou teve de pagá-lo em duas prestações. [...]
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| Em Mingora, onde Malala nasceu, cresceu e foi atacada, as meninas continuam a estudar Crédito da imagem: A Majeed/AFP da pp. 2, 3 do Público de hoje - Sofia Lorena; «Uma criança, um professor, um livro, uma caneta podem mudar o mundo» ou DAQUI |
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| Cortázrar fotografado por Carol Dunlop na autoestrada Paris-Marselha, em 1982 - da página 24 do Público de hoje (»Centenário...», por Luís Miguel Queirós) ou DAQUI |
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| A referência surge em múltiplas fontes, a foto, de Will Pryce, vem do portal norte-americano Book Riot que diz "que Mafra é a mais incrível biblioteca do globo" - AQUI |
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| Foto de Nuno Ferreira Santos, do «dossiê» «3 anos de Troika» da Casa do Público, pag. 21 da edição de 17 - 05, ou: DAQUI |
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- «dez casas (...)»
- S. «chegou lá» guiado pelo registo de ontem, 12 - 02, de M. do R. P. no seu «Horas Extraordinárias» - «Casas de Papel» AQUI
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- Richard Zenith «sumaria» o seu Encontro com a poesia de Pessoa e a língua portuguesa ( em idade mais avançada do que aquela que tinha Tabucchi ...)
HARRY RAMSOM CENTER - UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN
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| Fotografia de Dato Daraselia Gonçalo divide o quarto com a irmã de 11 anos. A fronteira é traçada por um biombo. Do seu lado, abundam os livros
[...]Na parede, por cima da escrivaninha, há um verso de Álvaro de Campos: "Sentir tudo de todas as maneiras." Ele identifica-se com esse poema, que prossegue assim: "Quanto mais personalidade eu tiver, /Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver, /Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas, /Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento, /Estiver, sentir, viver, for, /Mais possuirei a existência total do universo, /Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."
[...] Há muitos livros nesta metade de quarto - a fronteira com a metade destinada à irmã marca-se com um biombo, ao qual tantas vezes se encosta, de livro na mão. Lia apenas literatura juvenil antes de entrar na academia. Foi por influência de professores e colegas que começou a ler literatura sem mais. E não vale procurar uma unidade nos títulos sobrepostos que não a que Gonçalo resume numa frase: "Gosto de livros que me fazem pensar tocando-me."
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Ana Cristina Pereira, Público, 16 - 08 - 2013, pp. 12, 13 - AQUI
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| Fotografia de Sofia Vaz, da página EL do jornal I - AQUI |
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| do Público de dia 7, por Isabel Lucas: Num velho Armazém de uma antiga Editora vai nascer uma nova - «Lisboa. É uma palavra quase sempre presente no discurso do editor. Lisboa. Gosta tanto de livros quanto da cidade onde nasceu e vive e para o centro da qual agora se vê regressar» - AQUI - «Janelas verdes para o centro de Lisboa» |