sexta-feira, 8 de abril de 2016

Biblioteca de Cordel


Imagem «recolhida» nas «Horas Extraordinárias» de Maria do Rosário Pedreira

DAQUI

[ilustrando a história da «Pequena Bibliotecária»]

segunda-feira, 14 de março de 2016

Grandes Leitores

Saint Jérôme lisant pertence hoje à colecção do Prado. Foi descoberto num gabinete do Instituto Cervantes em 2005. “Estava na parede como se fosse um simples poster de Magritte ou de Matisse. Era simplesmente decorativo”, diz o comissário francês CORTESIA: MUSEU DO PRADO
«O pintor que nasceu duas vezes...»
Recorte, do «Ipsilon»:

" (...) A abstracção e as tais formas simplificadas estão presentes no Saint Jérôme lisant que o Prado tem na sua colecção (e no que pertence à rainha Isabel II, também na exposição). “Esta composição – S. Jerónimo de cabeça baixa, olhos pousados sobre a carta – é uma criação de La Tour. Não se encontra noutro pintor do seu tempo ou antes dele. Sei que a palavra está gasta, mas esta é uma obra de grande modernidade em que ele opta pela abstracção de ter uma grande mancha branca sobre uma grande mancha vermelha, como na pintura abstracta americana. (...)”

quarta-feira, 9 de março de 2016

Templo premiado

- do «Fugas» de hoje - [...]
Recortes:
O Jornal Guardian escolheu 'dez dos espaços industriais mais chiques em todo o mundo'. A Ler Devagar, na Lx Factory, em Lisboa, é uma delas. A "bicicleta voadora" ajuda. [...]   livraria independente que abriu em 1999 no Bairro Alto e que, depois de sucessivas mudanças de casa, parece ter assentado as suas estantes infinitas de livros na Lx Factory (desde 2009).Foi esta enorme sala de pé alto, antiga casa de impressão - a gráfica Mirandela [...] -, que encheu de literatura e lombadas coloridas o olho do jornal britânico. "Se sempre quis ver uma imensa parede de livros, a Ler Devagar é um bom sítio" a ir, garantem os autores do artigo.

terça-feira, 1 de março de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

De Mão em Mão

 Mudança de uma livraria em Barcelona

 - foto recolhida das «Horas Extraordinárias» (que Abrem o Dia...)  de hoje, de M. do Rosário Pedreira -

DAQUI

sábado, 20 de fevereiro de 2016

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

«Autopsicografias» - Cruzeiro Seixas

Exposição de Objectos, Pinturas e Colagens
"Sou um tipo que faz coisas"
Cruzeiro Seixas - DAQUI

domingo, 31 de janeiro de 2016

«Dentro de água...»

A aguarela é uma das 76 imagens de um manuscrito guardado na Biblioteca Casanatense de Roma, que durante 400 anos andaram desaparecidas da curiosidade dos estudiosos. Mostra “Gente portuguesa de Ormuz” e ilustra como os portugueses combatiam o calor insuportável dos meses de verão: metidos dentro de água de dia e de noite.


rEPRODUZIDO DE:
dn
(Artigo sobre o Dicion. da Expansão...)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Lello, 110

Foto de José Coelho - Lusa;     da «Fotogaleria» de hoje,            no DN 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

«assinar a Pele»

P. de uma Bíblia do séc. XIII, Univ. da Pensilvânia
[V. desconfia que a expressão é anterior ao título - da colectânea de poesia sobre [...] - de onde a «transplantou», mas... falta-lhe info...]

- «aplica-a» aqui  a artigo do Público, lido de manhã, que fala da «borracha escolar e do pergaminho», da «tecnologia certa» que o produzia «tão fino» que parecia [...], da «miniaturização» da Bíblia (relembra que, num dos Pavilhões da «EXPO» 98, viu maravilhas dessas...)

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Hemingway - [«os papéis de...]


...deram finalmente uma exposição» - título do artigo de hoje do Público - DAQUI
Recorte: 
[...] Esta insegurança em relação à obra torna-se evidente quando o visitante de Ernest Hemingway: Between Two Wars tem à sua disposição provas de que o escritor chegou a considerar quatro títulos e 47 finais diferentes para O Adeus às Armas, que começou a escrever em 1918 mas só viria a publicar 11 anos mais tarde. [...]

Hemingway escrevia sobretudo a lápis, em blocos de notas baratos, ou no papel que tivesse à mão no momento em que sentia necessidade de apontar uma ideia, um detalhe 

ROBERT CAPA/ INTERNATIONAL CENTER OF PHOTOGRAPHY/MAGNUM PHOTOS


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Autopsicografia - Ruy Belo + Kazan




































Recorte Transcrito do artigo de Luís Miguel Queirós no Público de hoje:

[...] o manuscrito original do célebre soneto que o filme [Esplendor na Relva] de Elia Kazan inspirou ao autor de Homem de Palavra(s).

- nas pp. 26, 27 do Público de hoje ou AQUI: 


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Templo Livreiro (Óbidos)

Livraria Santiago, uma das livrarias que nos últimos anos se instalaram na vila medieval de Óbidos. Neste caso, numa antiga igreja Fotografia © Igor Martins/Global Imagens
DAQUI - DN

EStantes - Hélia Correia


Fotografia © Orlando Almeida / Global Imagens - na entrevista
escrevo romances como se fossem poemas, frase a frase»)
de hoje, a João Céu e Silva  - DN


terça-feira, 24 de março de 2015

quinta-feira, 5 de março de 2015

Estantes e saltos altos






Artigo, de Inês Garcia, sobre projeto, Exposição e livro, e outras fotografias numa das «sub-Casas» do Público

João Miguel Tavares, jornalista
Branislav Šimoncík


AQUI

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Papel (história da indústria da Posta do) + Dança

«Nas entranhas do papel há fibra, suor e dança»
Madalena Vitorino, a coreógrafa,  explica o Espectáculo [...] 
- «Posta de Papel» - expressão fantástica [...]

- «Expande [...] conta a história da indústria do papel. Um espectáculo comunitário de dança e música que se estreia num museu da Feira»

Na Casa do Público, em vídeo de 

domingo, 28 de dezembro de 2014

O vício de não-fumar

Fotografias de João Silva, para artigo de Susana Moreira Marques - primeiro de série «Bibliotecas particulares» - no caso a de Daniel Nunes - Público, 28-12-2014 ou AQUI

Recorte (ou «como tudo começou»):
 
[...]Terá sido em 1953 ou 1954, numa daquelas cartas que enviava para Cabo Verde, para o pai, contando como ia passando em Lisboa com o irmão mais novo, [...] Eram cartas que o pai depois devolvia, junto com as respostas, corrigidas a vermelho para que aprendesse a escrever bem. E terá sido numa delas que o pai autorizou que o irmão começasse a fumar e instruiu Daniel em relação ao dinheiro que devia retirar da mesada. A Daniel desagradava-lhe o tabaco e decidiu que, de cada vez que desse sete tostões ao irmão para um maço, guardaria outros sete tostões para si. Enquanto o irmão começava um vício, ele começava outro. Primeiro, comprou os livros que o pai o tinha proibido de ler, [...] Lembra-se que o primeiro livro que comprou teve de pagá-lo em duas prestações. [...]

 

domingo, 30 de novembro de 2014

79 + 80

«79», hoje; «80», amanhã

[Hoje «é a Hora»
-          
relembra o «DN» - aqui]

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Preciosidade

Getty Images
A pequena localidade de Saint-Omer escondia um tesouro com quase 400 anos: um dos dois exemplares em França da edição original das obras de Shakespeare.
A descoberta foi feita pelo bibliotecário e historiador de arte Rémy Cordonnier, de 31 anos, enquanto procurava material para uma exposição sobre literatura inglesa.


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Paris: Um livreiro americano

Large photograph by Deborah Hayden.
LITERARY ESTATE George Whitman and daughter Sylvia in front of Shakespeare and Company, circa 1985. Inset, Sylvia, now 33, outside the 63-year-old shop, 2014.
DAQUI - referenciada no Onservador - AQUI

sábado, 18 de outubro de 2014

Autopsicografias: Alberto Carneiro + Joana Providência

Paulo Pimenta [Público - «Avança-se pelo mundo de Alberto Carneiro como por uma floresta. Às escuras, tropeçando em árvores, raízes e pedras, até aparecer uma clareira e o céu explodir na luz desgovernada de uma manhã de Inverno. Território, que se estreia esta quarta-feira na ACE/Teatro do Bolhão, Porto, é o que a coreógrafa Joana Providência viu quando fechou os olhos e acordou no mundo primordial, e muito anterior às palavras, do escultor [...]»     

sábado, 11 de outubro de 2014

Chão - Uma criança, um professor...

Em Mingora, onde Malala nasceu, cresceu e foi atacada, as meninas continuam a estudar
Crédito da imagem: A Majeed/AFP
da pp. 2, 3 do Público de hoje  - Sofia Lorena; «Uma criança, um professor, um livro, uma caneta podem mudar o mundo»                       ou DAQUI

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Escrever na Estação de Serviço

Cortázrar fotografado por Carol Dunlop na autoestrada Paris-Marselha, em 1982  -     da página 24 do Público de hoje (»Centenário...», por Luís Miguel Queirós) ou
DAQUI

sábado, 12 de julho de 2014

terça-feira, 27 de maio de 2014

Um amor feliz - David por Francisco ou «Adulto + Adúltero»

[é «fatal»
- sempre que algum(a) Qd.o(a) vem com aquela «conversata» do Trágico [como, por ex, AQUI], S. «dispara»
                         (também há o soneto intitulado «Revólver» que, ainda não há muito «desorientou-aproximou» J. e... - outras histórias]
sempre «o único romance de A. F. da Europa e arredores...»

- neste programa da série »Ler mais Ler melhor» - »Livro da Vida» [anda agora, «desarrumadita», pela RTP INTERN...] - Francisco Simões - (escultor das diversas Figuras...) fala de variados aspetos do Livro e da Oficina, com o volumoso Dactiloscrito original no Colo

- AQUI (enquanto a Santa «deixar...»)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Mafra - (a incrível biblioteca)


A referência surge em múltiplas fontes, a foto, de Will Pryce, vem do
 portal norte-americano Book Riot que diz "que Mafra é a mais incrível biblioteca do globo" - AQUI


sábado, 17 de maio de 2014

Hey, teacher...

... leave the kids alone!

Foto de Nuno Ferreira Santos, do «dossiê» «3 anos de Troika» da Casa do Público, pag. 21 da edição de 17 - 05, ou: DAQUI
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

sábado, 25 de janeiro de 2014

Chaminé da Mota

Ilustração de Nuno Sousa, para »crónica urbana», na «revista 2» do Público, de 19 de janeiro, p. 38, com texto de Patrícia Carvalho

- um recorte:

[...] A livraria é imperdível. Além dos milhares de livros que espreitam por todo o
lado, nas prateleiras que forram as paredes das suas salas — com os temas de cada zona deliciosamente escritos à mão em pedaços de papel —,há verdadeiras peças de museu espalhadas para onde quer que olhe. Bustos e mapas, pequenas prensas e teatros de séculos passados. Postais e máquinas de escrever. É um museu e não é.É um espaço em que nos sentimos livres para passar horas a descobrir o que nem tínhamos pensado procurar e que não queremos deixar tão cedo. Uma casa em que qualquer pessoa pode ser convidada a embrenhar-se na cave, onde estão guardados os volumes que não cabem cá fora, para que vasculhe à vontade e encontre a obra que a fará feliz.[...]


 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Tabacaria

-  Richard Zenith «sumaria» o seu Encontro com a poesia de Pessoa e a língua portuguesa ( em idade mais avançada do que aquela que tinha Tabucchi ...)
 - e Pedro Sousa Pereira comenta o seu  trabalho de Ilustração[...]
- mais uma edição só com este poema, em versão bilingue, e na qual Zenith assina o «Posfácio», além da tradução;

- no «Ler mais, Ler melhor», de 13 de janeiro, na RTP 2 : AQUI

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Lusíadas - no Texas

HARRY RAMSOM CENTER - UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN
Imagem  reproduzida do Público. O artigo - reportagem, de Cláudia Silva,  ocupa-se de um ex. da primeira edição de Os Lusíadas - propriedade de um centro de I. da Universidade do Texas, em Austin - adquirido em 1970, por [...] - que talvez tenha sido do próprio Camões - e de vários outros assuntos relacionados, como, por exemplo, a questão (ou «Mito»), «trissecular», de ter havido uma ou duas «primeiras edições». Teria pertencido ao próprio  poeta, «que o teria consigo quando Frei Joseph [Índio] o terá assistido no leito de morte» [...] «padre do Sul da Índia, convertido ao cristianismo [...] 30 anos mais velho[...] autor de comentários inseridos nas margens» [...] uma das razões que torna ainda mais precioso o ex.

Recorte, do início do artigo:
«Ler e examinar um dos raros exemplares sobreviventes da primeira edição de Os Lusíadas – poema épico de Luís de Camões (1524?-1580) –, impressa em 1572, é uma cerimónia quase religiosa, como se tivéssemos ido parar a uma cena do filme O Nome da Rosa . [...]»
LER o artigo completo: AQUI

[é referida a existência de 34 exemplares - «espalhados» por sete países e a «provável posse» de alguns outros, «em mãos de particulares», em Portugal; 
S. lembra-se da vinda a Portugal de K. David Jackson, em 2003, que os «mapeou», estudou e editou em CD-ROM  - S. pensa não estar a «inventar memórias», quando relembra que o tal investigador [...]    

sábado, 28 de setembro de 2013

Autopsicografias (Ramos Rosa)

Dactiloscrito de um poema do ciclo Não sei de onde vem o vento, do livro Três, de 1995.

Na parte de baixo da folha, vê-se que o poeta ensaiou várias alternativas até transformar «o sol quase se quebra nas vértebras do corpo» em
«o sol, vertiginosamente, os poros incendeia», solução que transitou para a versão publicada. 
[incluído numa pequena seleção de papéis do Espólio - na BN - , reproduzidos no  Público ]                

AQUI






 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Natália - «A Outra que era Eu»

[faria 90 anos]

«A Outra que era Eu» -
Foto de Pedro Cunha, reproduzida do Público, 13 - 09 - 2013, p. 49
 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Auopsicografias - Campos - Sentir Pensando, Tocando-se

Fotografia de Dato Daraselia 
Gonçalo divide o quarto com a irmã de 11 anos. A fronteira é traçada por um biombo. Do seu lado, abundam os livros
[...]Na parede, por cima da escrivaninha, há um verso de Álvaro de Campos: "Sentir tudo de todas as maneiras." Ele identifica-se com esse poema, que prossegue assim: "Quanto mais personalidade eu tiver, /Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver, /Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas, /Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento, /Estiver, sentir, viver, for, /Mais possuirei a existência total do universo, /Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."
[...] Há muitos livros nesta metade de quarto - a fronteira com a metade destinada à irmã marca-se com um biombo, ao qual tantas vezes se encosta, de livro na mão. Lia apenas literatura juvenil antes de entrar na academia. Foi por influência de professores e colegas que começou a ler literatura sem mais. E não vale procurar uma unidade nos títulos sobrepostos que não a que Gonçalo resume numa frase: "Gosto de livros que me fazem pensar tocando-me."
[...]
Ana Cristina Pereira, Público, 16 - 08 - 2013, pp. 12, 13 - AQUI

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Retrato de Urbano

Na Estante - compacta - alguns dos Títulos que se reconhecem são de:

José Régio
Henri Michaux

[...]

Fotografia de Daniel Rocha, Público, 10 - 08 - 2013, p. 4

[«Memória de Urbano», Artigo de Nuno Júdice - AQUI]

domingo, 11 de agosto de 2013

Mesa em que escrevia Aquilino Ribeiro, Foto de Paulo Pimenta, Público,
11 - O8 - 2012, p- 33

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

BULA

O número de 
Agosto da «Bula - Comprimidos Literários», no «Correio do PorTO»

esteve a cargo» de Rui Manuel Amaral

A CONSTRUÇÃO do FOLHETO -                
AQUI

sábado, 27 de julho de 2013

Eça - A Relíquia


«Ouvir o silêncio a Ler» - Janeiro de 2013 - Palácio 1213 - Mais, aqui

Sá da Costa

Fotografia de Sofia Vaz, da página EL do jornal I - AQUI
- S.confessa que, como Livraria, a S. da C. nunca o «atraiu» muito, porque [...]
 - há décadas, desde Menino e Liceal (P. M.) que, quando na Zona, aí entrava e saía, nunca gostando muito do que via ou «cheirava» [...] 

- numa das últimas «intervenções», durante a colocação à vista da estrutura mais funda da montra lateral, [...]         [perguntem ao próprio]

 - Ainda assim, merecia outra sorte [...]

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Óbidos - Vila Literária

Uma LIvraria numa (antiga) Igreja ( a de Santiago) - Artigo, de Vitor Belanciano - AQUI,  e Vídeo , de Vítor Hugo Costa,  com depoimento de José Pinho, no jornal Público:AQUI
 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Divina Comédia

do Público de dia 7, por Isabel Lucas:
Num velho Armazém de uma antiga Editora vai nascer uma nova
- «Lisboa. É uma palavra quase sempre presente no discurso do editor. Lisboa. Gosta tanto de livros quanto da cidade onde nasceu e vive e para o centro da qual agora se vê regressar» -
AQUI - «Janelas verdes para o centro de Lisboa»