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| Pedro Cunha/Aquivo - do Público, de 25-03-2015, pp. 8-9 OU: Daqui - seis poemas escolhidos por ... |
«Velho livrariófilo (não é bibliófilo , é viciado em livrarias e estantes),» [...] Jorge Silva Melo, Público, «Mil Folhas», 26-04-2003; Século passado, 2007, pp. 519,20]
terça-feira, 24 de março de 2015
«Este é o meu corpo...»
quinta-feira, 5 de março de 2015
Estantes e saltos altos
Artigo, de Inês Garcia, sobre projeto, Exposição e livro, e outras fotografias numa das «sub-Casas» do Público
João Miguel Tavares, jornalista -
Branislav Šimoncík
AQUI
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Papel (história da indústria da Posta do) + Dança
«Nas entranhas do papel há fibra, suor e dança»
Madalena Vitorino, a coreógrafa, explica o Espectáculo [...]
- «Posta de Papel» - expressão fantástica [...]
- «Expande [...] conta a história da indústria do papel. Um espectáculo comunitário de dança e música que se estreia num museu da Feira»
Na Casa do Público, em vídeo de ANA Almeida (MONTAGEM) , SARA DIAS OLIVEIRA e NELSON GARRIDO :
AQUI
Madalena Vitorino, a coreógrafa, explica o Espectáculo [...]
- «Posta de Papel» - expressão fantástica [...]
- «Expande [...] conta a história da indústria do papel. Um espectáculo comunitário de dança e música que se estreia num museu da Feira»
Na Casa do Público, em vídeo de ANA Almeida (MONTAGEM) , SARA DIAS OLIVEIRA e NELSON GARRIDO :
AQUI
domingo, 28 de dezembro de 2014
O vício de não-fumar
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| Fotografias de João Silva, para artigo de Susana Moreira Marques - primeiro de série «Bibliotecas particulares» - no caso a de Daniel Nunes - Público, 28-12-2014 ou AQUI
Recorte (ou «como tudo começou»):
[...]Terá sido em 1953 ou 1954, numa daquelas cartas que enviava para Cabo Verde, para o pai, contando como ia passando em Lisboa com o irmão mais novo, [...] Eram cartas que o pai depois devolvia, junto com as respostas, corrigidas a vermelho para que aprendesse a escrever bem. E terá sido numa delas que o pai autorizou que o irmão começasse a fumar e instruiu Daniel em relação ao dinheiro que devia retirar da mesada. A Daniel desagradava-lhe o tabaco e decidiu que, de cada vez que desse sete tostões ao irmão para um maço, guardaria outros sete tostões para si. Enquanto o irmão começava um vício, ele começava outro. Primeiro, comprou os livros que o pai o tinha proibido de ler, [...] Lembra-se que o primeiro livro que comprou teve de pagá-lo em duas prestações. [...]
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domingo, 30 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Preciosidade
Getty Images
A pequena localidade de Saint-Omer escondia um tesouro com quase 400 anos: um dos dois exemplares em França da edição original das obras de Shakespeare.
A descoberta foi feita pelo bibliotecário e historiador de arte Rémy Cordonnier, de 31 anos, enquanto procurava material para uma exposição sobre literatura inglesa.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
Autopsicografias: Alberto Carneiro + Joana Providência
sábado, 11 de outubro de 2014
Chão - Uma criança, um professor...
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| Em Mingora, onde Malala nasceu, cresceu e foi atacada, as meninas continuam a estudar Crédito da imagem: A Majeed/AFP da pp. 2, 3 do Público de hoje - Sofia Lorena; «Uma criança, um professor, um livro, uma caneta podem mudar o mundo» ou DAQUI |
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Escrever na Estação de Serviço
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| Cortázrar fotografado por Carol Dunlop na autoestrada Paris-Marselha, em 1982 - da página 24 do Público de hoje (»Centenário...», por Luís Miguel Queirós) ou DAQUI |
sábado, 12 de julho de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
Um amor feliz - David por Francisco ou «Adulto + Adúltero»
[é «fatal»
- sempre que algum(a) Qd.o(a) vem com aquela «conversata» do Trágico [como, por ex, AQUI], S. «dispara»
(também há o soneto intitulado «Revólver» que, ainda não há muito «desorientou-aproximou» J. e... - outras histórias]
sempre «o único romance de A. F. da Europa e arredores...»
- neste programa da série »Ler mais Ler melhor» - »Livro da Vida» [anda agora, «desarrumadita», pela RTP INTERN...] - Francisco Simões - (escultor das diversas Figuras...) fala de variados aspetos do Livro e da Oficina, com o volumoso Dactiloscrito original no Colo
- AQUI (enquanto a Santa «deixar...»)
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Mafra - (a incrível biblioteca)
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| A referência surge em múltiplas fontes, a foto, de Will Pryce, vem do portal norte-americano Book Riot que diz "que Mafra é a mais incrível biblioteca do globo" - AQUI |
sábado, 17 de maio de 2014
Hey, teacher...
... leave the kids alone!
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| Foto de Nuno Ferreira Santos, do «dossiê» «3 anos de Troika» da Casa do Público, pag. 21 da edição de 17 - 05, ou: DAQUI |
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
A Estante - esse grande organizador + «Casas de Papel»
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- «dez casas (...)»
- S. «chegou lá» guiado pelo registo de ontem, 12 - 02, de M. do R. P. no seu «Horas Extraordinárias» - «Casas de Papel» AQUI
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sábado, 25 de janeiro de 2014
Chaminé da Mota

Ilustração de Nuno Sousa, para »crónica urbana», na «revista 2» do Público, de 19 de janeiro, p. 38, com texto de Patrícia Carvalho
- um recorte:
[...] A livraria é imperdível. Além dos milhares de livros que espreitam por todo o
lado, nas prateleiras que forram as paredes das suas salas — com os temas de cada zona deliciosamente escritos à mão em pedaços de papel —,há verdadeiras peças de museu espalhadas para onde quer que olhe. Bustos e mapas, pequenas prensas e teatros de séculos passados. Postais e máquinas de escrever. É um museu e não é.É um espaço em que nos sentimos livres para passar horas a descobrir o que nem tínhamos pensado procurar e que não queremos deixar tão cedo. Uma casa em que qualquer pessoa pode ser convidada a embrenhar-se na cave, onde estão guardados os volumes que não cabem cá fora, para que vasculhe à vontade e encontre a obra que a fará feliz.[...]
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Tabacaria
- Richard Zenith «sumaria» o seu Encontro com a poesia de Pessoa e a língua portuguesa ( em idade mais avançada do que aquela que tinha Tabucchi ...)
- mais uma edição só com este poema, em versão bilingue, e na qual Zenith assina o «Posfácio», além da tradução;
- no «Ler mais, Ler melhor», de 13 de janeiro, na RTP 2 : AQUI
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
O menino que faltava às aulas de Caligrafia
Depoimento de José Braz, calígrafo, «arte rara» (de «escrever com beleza»)
- vídeo na Casa do Público
AQUI: http://www.publico.pt/multimedia/video/jose-braz-o-caligrafo-20140103-170136?autoplay=1
- vídeo na Casa do Público
AQUI: http://www.publico.pt/multimedia/video/jose-braz-o-caligrafo-20140103-170136?autoplay=1
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Lusíadas - no Texas
HARRY RAMSOM CENTER - UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN
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Imagem reproduzida do Público. O artigo - reportagem, de Cláudia Silva, ocupa-se de um ex. da primeira edição de Os Lusíadas - propriedade de um centro de I. da Universidade do Texas, em Austin - adquirido em 1970, por [...] - que talvez tenha sido do próprio Camões - e de vários outros assuntos relacionados, como, por exemplo, a questão (ou «Mito»), «trissecular», de ter havido uma ou duas «primeiras edições». Teria pertencido ao próprio poeta, «que o teria consigo quando Frei Joseph [Índio] o terá assistido no leito de morte» [...] «padre do Sul da Índia, convertido ao cristianismo [...] 30 anos mais velho[...] autor de comentários inseridos nas margens» [...] uma das razões que torna ainda mais precioso o ex.
Recorte, do início do artigo:
«Ler e examinar um dos raros exemplares sobreviventes da primeira edição de Os Lusíadas – poema épico de Luís de Camões (1524?-1580) –, impressa em 1572, é uma cerimónia quase religiosa, como se tivéssemos ido parar a uma cena do filme O Nome da Rosa . [...]»
LER o artigo completo: AQUI
[é referida a existência de 34 exemplares - «espalhados» por sete países e a «provável posse» de alguns outros, «em mãos de particulares», em Portugal;
S. lembra-se da vinda a Portugal de K. David Jackson, em 2003, que os «mapeou», estudou e editou em CD-ROM - S. pensa não estar a «inventar memórias», quando relembra que o tal investigador [...]
sábado, 28 de setembro de 2013
Autopsicografias (Ramos Rosa)
Dactiloscrito de um poema do ciclo Não sei de onde vem o vento, do livro Três, de 1995.
Na parte de baixo da folha, vê-se que o poeta ensaiou várias alternativas até transformar «o sol quase se quebra nas vértebras do corpo» em
«o sol, vertiginosamente, os poros incendeia», solução que transitou para a versão publicada.
[incluído numa pequena seleção de papéis do Espólio - na BN - , reproduzidos no Público ]
AQUI
Na parte de baixo da folha, vê-se que o poeta ensaiou várias alternativas até transformar «o sol quase se quebra nas vértebras do corpo» em
«o sol, vertiginosamente, os poros incendeia», solução que transitou para a versão publicada.
[incluído numa pequena seleção de papéis do Espólio - na BN - , reproduzidos no Público ]
AQUI
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Auopsicografias - Campos - Sentir Pensando, Tocando-se
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| Fotografia de Dato Daraselia Gonçalo divide o quarto com a irmã de 11 anos. A fronteira é traçada por um biombo. Do seu lado, abundam os livros
[...]Na parede, por cima da escrivaninha, há um verso de Álvaro de Campos: "Sentir tudo de todas as maneiras." Ele identifica-se com esse poema, que prossegue assim: "Quanto mais personalidade eu tiver, /Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver, /Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas, /Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento, /Estiver, sentir, viver, for, /Mais possuirei a existência total do universo, /Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."
[...] Há muitos livros nesta metade de quarto - a fronteira com a metade destinada à irmã marca-se com um biombo, ao qual tantas vezes se encosta, de livro na mão. Lia apenas literatura juvenil antes de entrar na academia. Foi por influência de professores e colegas que começou a ler literatura sem mais. E não vale procurar uma unidade nos títulos sobrepostos que não a que Gonçalo resume numa frase: "Gosto de livros que me fazem pensar tocando-me."
[...]
Ana Cristina Pereira, Público, 16 - 08 - 2013, pp. 12, 13 - AQUI
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terça-feira, 13 de agosto de 2013
Retrato de Urbano
Na Estante - compacta - alguns dos Títulos que se reconhecem são de:
José Régio
Henri Michaux
[...]
Fotografia de Daniel Rocha, Público, 10 - 08 - 2013, p. 4
[«Memória de Urbano», Artigo de Nuno Júdice - AQUI]
domingo, 11 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
BULA
O número de
Agosto da «Bula - Comprimidos Literários», no «Correio do PorTO»
esteve a cargo» de Rui Manuel Amaral
A CONSTRUÇÃO do FOLHETO -
AQUI
Agosto da «Bula - Comprimidos Literários», no «Correio do PorTO»
esteve a cargo» de Rui Manuel Amaral
A CONSTRUÇÃO do FOLHETO -
AQUI
sábado, 27 de julho de 2013
Sá da Costa
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| Fotografia de Sofia Vaz, da página EL do jornal I - AQUI |
- S.confessa que, como Livraria, a S. da C. nunca o «atraiu» muito, porque [...]
- há décadas, desde Menino e Liceal (P. M.) que, quando na Zona, aí entrava e saía, nunca gostando muito do que via ou «cheirava» [...]
- numa das últimas «intervenções», durante a colocação à vista da estrutura mais funda da montra lateral, [...] [perguntem ao próprio]
- Ainda assim, merecia outra sorte [...]
quinta-feira, 16 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Divina Comédia
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| do Público de dia 7, por Isabel Lucas: Num velho Armazém de uma antiga Editora vai nascer uma nova - «Lisboa. É uma palavra quase sempre presente no discurso do editor. Lisboa. Gosta tanto de livros quanto da cidade onde nasceu e vive e para o centro da qual agora se vê regressar» - AQUI - «Janelas verdes para o centro de Lisboa» |
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
504
504 - Quadrado de Porta (sempre) aberta - só T. «foge da Objectiva como o Diabo da Cruz»
| Mais: AQUI |
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Ícaro de Papel - Maria Rita
«Cortadeira de histórias», assim é designada na Galeria que lhe é dedicada no «P3».
No mesmo local:
- outros endereços de «Cortadores de Papel»
- o endereço da Artista - com as séries «Alice» ( aque pertence o «Ícaro»), «Esculturas de Papel» e «Lolitas»
No mesmo local:
- outros endereços de «Cortadores de Papel»
- o endereço da Artista - com as séries «Alice» ( aque pertence o «Ícaro»), «Esculturas de Papel» e «Lolitas»

segunda-feira, 22 de outubro de 2012
«Comboios de Livros» - Duarte Belo

série de fotografias, de 2008, de Duarte Belo, todas da BN de Lisboa.
Ver mais no endereço do Fotógrafo: AQUI
domingo, 21 de outubro de 2012
A Estante do Chef
Sobre a Estante: «Recebe-nos no seu escritório. Uma estante cheia de livros de gastronomia de todo o mundo. Outra cheia de frascos com sementes, grãos, folhas, pós, todos com rótulos com palavras difíceis de pronunciar. Podia ser uma farmácia antiga. E é, de certa forma, um laboratório para as experiências que Virgílio (Martinez) faz constantemente com novos produtos. «Antigamente não tínhamos orgulho nestes produtos. Não comíamos quinoa, kiwicha, batatas, preferíamos a cozinha francesa ou a italiana», conta. Cresceu a ouvir que não havia nada de que os peruanos se pudessem orgulhar. Decidiu partir, viajar. «A minha mãe é pintora e arquitecta», conta, [...] «E sempre me ensinou a fazer coisas com as mãos. Tornei-me cozinheiro porque queria fazer coisas com as mãos [...] Andou pelo Canadá, por Londres, Nova Iorque, Madrid, Singapura. Viajou, desenhou, cozinhou. «E depois disse: bem, o Peru é a minha identidade.» E voltou.
Alexandra Prado Coelho, «Há uma revolução no Peru e começou pela comida», Público, P2, 07 - 10 - 2012, pp. 12 - 19 (Fotografia de Nicolas Villaume)
TEXTO COMPLETO: AQUI
sábado, 13 de outubro de 2012
Autopsicografias
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| Retirada da Entrada de 29 de Agosto («Outras dez Tatuagens Literárias») do Blog da Revista Macondo DAQUI |
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
A estante de Catarina
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| Catarina Sobral, Ilustradora que também escreve as palavras dos seus livros - Ver mais no P3 - «O mundo de texturas literárias de C. S.» - AQUI |
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O comboio descendente (J.A. e ....)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
(recortada) Zoologia Bizarra - Ferreira Gullar
Explica a LEI DO ACASO na criação da obra:
[vídeo em «Ler mais Ler Melhor»]
[vídeo em «Ler mais Ler Melhor»]
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Livros à MÃO
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| Handmade Books, Jenna Frances Harris various sizes Spring 2011http://jennafrancesharris.com/#Handmade-Books |
Joana Bértholo (ex-AA «residente» nestas Casas de G.
- sem que o saiba mesmo -)
pertence ao colectivo que lança uma Editora - «AMOR-LIVRO» -
a «eles» dedicada - AQUI
Extensa, selectiva, LISTA de artistas que se dedicam a idênticos trabalhos e projectos - e a outras, variadíssimas expressões:
AÍ - na secção «Following»
domingo, 29 de julho de 2012
Porto vai, Estante fica
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| «Tempo contado» passou a livro e, por nota final de J. Rentes de Carvalho, vai ser interrompido quanto ao Porto - colocado em cima, e ao lado do Dicionário da Academia - foi bebido e glosado numa sexta, 13; quanto à estante, muitos títulos em inglês, no pilar central, «suculento recheio» no geral |
domingo, 22 de julho de 2012
Estante e lixo
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| Michael Haegele / Corbis |
A fotografia ilustra um artigo de Jorge Marmelo sobre Os dias de Davanzati (Basura, lixo, título original) de Hector Abad Faciolince no «2», p. 9. supl. do Público de hoje, 22 - 07
- a história de um homem que vai encontrando no lixo de um vizinho os escritos que este produz e logo destrói.
[de Faciolince, G. já começou várias vezes «Somos o esquecimento que seremos» - vamos a ver se será neste Verão que o termina... -]
sábado, 21 de julho de 2012
Autopsicografia
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| Saída Negra Helena Almeida (1934) Coleção da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento–Depósito Museu de Arte Contemporânea de Serralves [INV FLAD: #5] © Laura Castro Caldas / Paulo Cintra
[«capturada» aqui]
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Livro-Objecto
O ciclópico acto
Luiza Neto Jorge (1939-1989) ; Jorge Martins (1940)
FCG – Biblioteca de Arte [LA 127] © Jorge Martins, SPA, 2012 | Foto: Carlos Azevedo
‘O Ciclópico Acto’, um livro com poemas de Luiza Neto Jorge que se transformou num livro-objeto de Jorge Martins
[imagem «capturada» do Dn de hoje e da página da Gulbenkian- «ler um livro é como ter o iNfinito nas mãos» - notícia sobre a exposição ] [«apagados»] "Tarefas Infinitas - Quando a Arte e o Livro se Ilimitam",até 21 de Outubro, na Gulbenkian] [«apagados»]
Luiza Neto Jorge (1939-1989) ; Jorge Martins (1940)
FCG – Biblioteca de Arte [LA 127] © Jorge Martins, SPA, 2012 | Foto: Carlos Azevedo
‘O Ciclópico Acto’, um livro com poemas de Luiza Neto Jorge que se transformou num livro-objeto de Jorge Martins
[imagem «capturada» do Dn de hoje e da página da Gulbenkian- «ler um livro é como ter o iNfinito nas mãos» - notícia sobre a exposição ] [«apagados»] "Tarefas Infinitas - Quando a Arte e o Livro se Ilimitam",até 21 de Outubro, na Gulbenkian] [«apagados»]
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Autopsicografia
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| Paper Moby Dick - Fotografia de Flavio Demarchi
Ver as restantes da série «PAPER BOOKS» ---- AQUI
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
A estante dos dicionários
«Os bons dicionários» ,
Miguel Esteves Cardoso
(Ainda ontem)
PÚBLICO, SEG, 25 JUN 2012, p. 45
Miguel Esteves Cardoso
A primeira coisa que faço quando mudo de casa é
alinhar os dicionários de português numa prateleira — e cabem sempre numa
prateleira.
Escrevo a palavra “prateleira”
e fico envergonhado. Porquê a referência aos pratos? É humilhante falar de
prateleiras quando estamos a falar de livros.
Também não gosto da palavra
“estante”. bookshelf (à inglesa) ou bookcase (à americana)
juntam os substantivos, como se tivessem nascido um para o outro. Em português
é “estante para livros”, como quem diz: “é uma estante especializada, que foi
concebida para os idiotas que querem arrumar livros”. É como “hotel para cães”
ou “hospital de bonecas”.
Quais são os dicionários
essenciais? Modernamente, é o Grande Dicionário/ Língua Portuguesa da Porto Editora (um só volume, mas a exigir
mesa de leitura, para se poder consultar sempre que quisermos) E, mais
portátil, a edição mais recente do Dicionário de Língua Portuguesa da mesma editora. Os mais importantes são mais velhos, a começar
pelos doze volumes de Moraes. Seguem-se os geniais três volumes de Artur Bivar
(um dos quais analógico) e os dois volumes de Caldas Aulete, enriquecidos por
citações literárias.
Junto os dois volumes —
inspiradores, por muitos erros que contenham — do Dicionário Etimológico do grande José Pedro Machado.
Há alguns outros bons
dicionários da língua portuguesa de Portugal. Mas estes são não só os melhores
como aqueles que mais ajudam a ler e escrever bem a nossa língua.
PÚBLICO, SEG, 25 JUN 2012, p. 45
domingo, 10 de junho de 2012
As estantes do pintor
![]() |
[quando General Z vir esta f.
nunca mais
vai dizer :
«o ESCRIT.
de G.
está
um
Caos»]
Foto de Albuquerque Mendes, por Fernando Veludo / Infactos, Público, 13 - 05 - 2012, pp. 30-31
Reportagem, Entrevista de Sérgio C. Andrade
Título: «A pintura não me chega» (série: «A minha história da arte»)
Pintor e performer nascido na Beira
Alta e fixado no Porto desde o início da década de 1970, Albuquerque Mendes tem
uma obra marcada pela iconoclastia com que aborda temas como a religião, a
saúde e a sua própria biografia. Começou a fazer “rituais” em 1974, e sempre
entendeu a pintura como uma encenação litúrgica. […]
Não é fácil
entrar no atelier […].a acumulação de quadros, pastas, caixas,
sacos, livros e brinquedos quase impede o acesso a este mundo mágico do artista
em acção, rodeado por um mar de objectos. […]
Para evocar a
sua infância na Beira Alta, fez-nos subir ao mezanino do atelier, também pejado
de armários, sacos com a recolecção dos objectos mais diversos —
“tudo isto é para reciclar para as minhas obras” —, estantes e livros, com
destaque para a banda desenhada que dourou a sua infância — “lia
principalmente o Pato Donald e o Zé Carioca, que o meu pai mandava vir do
Brasil; mas também li, nos anos da escola primária, Os 120 Dias de
Sodoma, do
Sade, e A
Cartuxa de Parma, do Stendhal, que me impressionou
muito, mesmo se eu não percebia muito bem o que aquilo era”. Há também
os brinquedos — ou melhor, o que resta […]
Mas as
diferentes camadas em que se vai acumulando o acervo afectivo do pintor contêm
igualmente preciosidades bibliográficas, como as primeiras edições dos livros
de Ana Hatherly — “Tenho-os todos, gosto de tudo o que ela faz” — e d’A Invenção do
Dia Claro (1921),
de Almada Negreiros, uma antiga edição ilustrada de Les Chansons
de Bilitis,
de Pierre Louÿs, ou o belíssimo volume com as sombras de Lurdes Castro (D’Ombres, Antuérpia,
1974) e o catálogo da histórica exposição Alternativa Zero, que José
Ernesto de Sousa organizou em Lisboa em 1977, uma das primeiras em que
Albuquerque participou. […]
![]() |
| [...] numa das suas primeiras performances Ritual, Os Tês Dedos da Mão do Arco-Íris, no Porto, em 1977 |
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