sábado, 25 de fevereiro de 2012

Biblioteca - no «Cadeirão Voltaire»


Arrumada, ou alinhada, q. b.
Tudo rápido, impossibilitando a identificação de espécie alguma.

Excepto, claro, os 6 volumes (6!) do Houaiss - Enormes, de letra minúscula. Barbaridade completa.

[Ainda há dias, 2 «pitosgas» - Eli e G. - que caíram na asneira de os adquirir, falavam em deles se «libertarem»]

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Autopsicografias - J. V. + Soares + Guernica


J. V. , «Infiltrado» - único representante do Género - no Bloco B.
Era de Tarde.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sermão aos peixes


A história do «livreiro - peixeiro» e mais fotografias: AQUI

«pescada», de manhã, no «bibliotecário de Babel», de José Mário Silva

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Antígona(s) - filhas de Antígona na Literatura Portuguesa

Ilustração de Cristina Ruivo

A figura de Antígona é uma grelha de leitura alternativa que permite novas abordagens aos estudos literários; uma grelha que as autoras de “Antigone’s Daughters? Gender,Genealogy and the Politics of Authorship in 20th- Century PortugueseWomen’s Writing”aplicam aos casos particulares de seis escritoras portuguesas [Florbela Espanca, Irene Lisboa, Natália Correia, Agustina Bessa-Luís, Lídia Jorge, Hélia Correia]

(Artigo de Raquel Ribeiro, no suplemento «Ipsilon», do Público de 30-12-2011)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

LIVRO ANTIGO - Al Berto

Fotografia de Luísa Ferreira, 1996

LIVRO ANTIGO

violetas secas entre páginas de um livro
onde em tempos anunciaram o amargor da noite
e a humidade tremenda das insónias

o mar
o mar ao longe

debruça-se então para o interior do livro
lê qualquer coisa sobre o coração dos líquenes
ou deambula de sílaba em sílaba onde
os dedos se mancham de tinta e no cérebro
ergue-se uma planta de cinza noite adiante

fechou o livro ao amanhecer
era como se tivesse envelhecido séculos
com as violetas
fecha a persiana e adormece

Al Berto (1948 - 1997), O Medo. [1997, Lisboa, Assírio & Alvim, p. 486] - [de «sete poemas do regresso de Lázaro», 1985]
Respeitosamente recolhido no blogue da Editora Assírio & Alvim

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dança nas Estantes (muito alegre)


After organizing our bookshelf almost a year ago (http://youtu.be/zhRT-PM7vpA), my wife and I (Sean Ohlenkamp) decided to take it to the next level. We spent many sleepless nights moving, stacking, and animating books at Type bookstore in Toronto (883 Queen Street West, (416) 366-8973).

[visto no blogue «A livreira anarquista»] 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Estantes - a da Sala


É uma Sala quase «de Baile». Iluminada por duas enormes janelas. Não se vê na Imagem o Imponente Louceiro de 4 portas de vidro, 4, 12 prateleiras, 12. Qualquer Livro que aí se «atrevesse a entrar» seria «enxutado» por General Z. Territórios.

Restam as 10 prateleiras (e «arrumos» de baixo) do móvel que está na Imagem. Aí se «demoram» os que só de «tempos a tempos são convocados» - à excepção da coleção «M. C.»


Já existiram mais afinidades na distribuição. Na «actual», menos.



Muitas fotos. Mas, em  todas, o «Menino de Sua Mãe».



domingo, 8 de janeiro de 2012

Estantes, sem fim

[Vias várias: «Arteziletras, de J. S., por exemplo]

wheresparetimegoestodie: the perfect reading nook.

Via wheresparetimegoestodie
Bookshelf Porn
Porn for book lovers. A photo blog collection of all the best bookshelf photos from around the world for people who *heart* bookshelves.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Pai herda do Filho


São apenas três prateleiras, numa pequena Estante-Escrivaninha, junto à janela, no quarto que foi do Filho - agora 2.º Escritório de G. (que «sortudo»).
Tem portas de vidro. A única.
Vazia durante quase um mês. É agora Casa de (de cima para baixo): Proust, Saramago, Cossery, Duras, Lispector, O´Connor, Woolf, Sophia, Agostinho Baptista, Ruy Belo, Mourão-Ferreira, Cesário Verde.
Todos de «Famílias separadas».

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Estantes, II - Alice Vieira

[difícil «adivinhar as lombadas» - pela disposição e pela anteposição de objectos vários,  a maioria «de Memória»;
«sacada» do P2 do Público de 24-12-2011, onde não existia indicação de fotógrafo]


sábado, 24 de dezembro de 2011

Romãs com Letras

Enquanto o novo C. R. não vem...
[Já Janeiro de 2013 acabou...; impossível saber quando;
pior - sem VIG, o que, no Palácio, foi Novo começa a estar Velho;
Well]


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Almedina

Almedina. Saldanha. Cerca das 15:30

Jovem Senhora (ao «Orelhas»»): Pai, do Musil, só há[...]; do Calvino [...]; do Sicrano[...]; e para o teu irmão? [...]

Idosa (para a livreira): «...aquele...»... «sou filha de quem»...
G., solícito: «é o último livro de Rita Ferro»

Uma boa Alma Livresca, enfim.

Visita

Hoje, G. atravessou o rio.
Foi visitar o E. de J. - almoço na Trafaria, depois.
Começa a compor-se.
Há uma só Estante, ainda.
Nela, o Príncipe dispôs o que que quis herdar, para já. [é um Cientista - a bibl. de G. não «passa por aí»]
[devolvera muitos também - alguns deles já foram distribuídos - [F.M., na terça, disse que «passou a noite com dois deles »- Aleluia]

G. é incapaz:
- de os vender;
- de os «deitar fora»

G., hoje, recuperou mais 8 ou 9, dessa Estante de J.

Well

Estantes, I - + J.S.M. + A.L.A.

Jorge Silva Melo, na crónica «Isso é um livro?»
[- Público, «Mil Folhas», 26-04-2003; Século passado, 2007, pp. 519,20; - com O nariz, de Gógol, em destaque - várias vezes usada por G., no Quadrado],

DECLARA-SE: «Velho livrariófilo (não é bibliófilo , é viciado em livrarias e estantes),» [...]

[À frente desta estante: Ana Luísa Amaral; nas páginas «da Pública» (supl.º dominical do Público), de 11-12-2011, a ilustrar a entrevista de Anabela Mota Ribeiro à escritora e professora, entre as pp.38 e 46]


Um Luxo, esta. Com portas de vidro (ai, o Pó). Admira-se os «alinhamentos», as «geometrias» , a inexistência de «montes» ou de «intrusões caóticas»», pelo menos, ao primeiro olhar. Fixando a vista, identifica-se títulos, constata-se, nas lombadas, o efeito «série» ou «colecção»; «pesa-se Quem está junto a Quem ou longe de Quem»; [...]

Mas tudo fica para adivinhar.