«Velho livrariófilo (não é bibliófilo , é viciado em livrarias e estantes),» [...] Jorge Silva Melo, Público, «Mil Folhas», 26-04-2003; Século passado, 2007, pp. 519,20]
quinta-feira, 16 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Divina Comédia
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| do Público de dia 7, por Isabel Lucas: Num velho Armazém de uma antiga Editora vai nascer uma nova - «Lisboa. É uma palavra quase sempre presente no discurso do editor. Lisboa. Gosta tanto de livros quanto da cidade onde nasceu e vive e para o centro da qual agora se vê regressar» - AQUI - «Janelas verdes para o centro de Lisboa» |
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
504
504 - Quadrado de Porta (sempre) aberta - só T. «foge da Objectiva como o Diabo da Cruz»
| Mais: AQUI |
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Ícaro de Papel - Maria Rita
«Cortadeira de histórias», assim é designada na Galeria que lhe é dedicada no «P3».
No mesmo local:
- outros endereços de «Cortadores de Papel»
- o endereço da Artista - com as séries «Alice» ( aque pertence o «Ícaro»), «Esculturas de Papel» e «Lolitas»
No mesmo local:
- outros endereços de «Cortadores de Papel»
- o endereço da Artista - com as séries «Alice» ( aque pertence o «Ícaro»), «Esculturas de Papel» e «Lolitas»

segunda-feira, 22 de outubro de 2012
«Comboios de Livros» - Duarte Belo

série de fotografias, de 2008, de Duarte Belo, todas da BN de Lisboa.
Ver mais no endereço do Fotógrafo: AQUI
domingo, 21 de outubro de 2012
A Estante do Chef
Sobre a Estante: «Recebe-nos no seu escritório. Uma estante cheia de livros de gastronomia de todo o mundo. Outra cheia de frascos com sementes, grãos, folhas, pós, todos com rótulos com palavras difíceis de pronunciar. Podia ser uma farmácia antiga. E é, de certa forma, um laboratório para as experiências que Virgílio (Martinez) faz constantemente com novos produtos. «Antigamente não tínhamos orgulho nestes produtos. Não comíamos quinoa, kiwicha, batatas, preferíamos a cozinha francesa ou a italiana», conta. Cresceu a ouvir que não havia nada de que os peruanos se pudessem orgulhar. Decidiu partir, viajar. «A minha mãe é pintora e arquitecta», conta, [...] «E sempre me ensinou a fazer coisas com as mãos. Tornei-me cozinheiro porque queria fazer coisas com as mãos [...] Andou pelo Canadá, por Londres, Nova Iorque, Madrid, Singapura. Viajou, desenhou, cozinhou. «E depois disse: bem, o Peru é a minha identidade.» E voltou.
Alexandra Prado Coelho, «Há uma revolução no Peru e começou pela comida», Público, P2, 07 - 10 - 2012, pp. 12 - 19 (Fotografia de Nicolas Villaume)
TEXTO COMPLETO: AQUI
sábado, 13 de outubro de 2012
Autopsicografias
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| Retirada da Entrada de 29 de Agosto («Outras dez Tatuagens Literárias») do Blog da Revista Macondo DAQUI |
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
A estante de Catarina
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| Catarina Sobral, Ilustradora que também escreve as palavras dos seus livros - Ver mais no P3 - «O mundo de texturas literárias de C. S.» - AQUI |
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O comboio descendente (J.A. e ....)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
(recortada) Zoologia Bizarra - Ferreira Gullar
Explica a LEI DO ACASO na criação da obra:
[vídeo em «Ler mais Ler Melhor»]
[vídeo em «Ler mais Ler Melhor»]
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Livros à MÃO
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| Handmade Books, Jenna Frances Harris various sizes Spring 2011http://jennafrancesharris.com/#Handmade-Books |
Joana Bértholo (ex-AA «residente» nestas Casas de G.
- sem que o saiba mesmo -)
pertence ao colectivo que lança uma Editora - «AMOR-LIVRO» -
a «eles» dedicada - AQUI
Extensa, selectiva, LISTA de artistas que se dedicam a idênticos trabalhos e projectos - e a outras, variadíssimas expressões:
AÍ - na secção «Following»
domingo, 29 de julho de 2012
Porto vai, Estante fica
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| «Tempo contado» passou a livro e, por nota final de J. Rentes de Carvalho, vai ser interrompido quanto ao Porto - colocado em cima, e ao lado do Dicionário da Academia - foi bebido e glosado numa sexta, 13; quanto à estante, muitos títulos em inglês, no pilar central, «suculento recheio» no geral |
domingo, 22 de julho de 2012
Estante e lixo
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| Michael Haegele / Corbis |
A fotografia ilustra um artigo de Jorge Marmelo sobre Os dias de Davanzati (Basura, lixo, título original) de Hector Abad Faciolince no «2», p. 9. supl. do Público de hoje, 22 - 07
- a história de um homem que vai encontrando no lixo de um vizinho os escritos que este produz e logo destrói.
[de Faciolince, G. já começou várias vezes «Somos o esquecimento que seremos» - vamos a ver se será neste Verão que o termina... -]
sábado, 21 de julho de 2012
Autopsicografia
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| Saída Negra Helena Almeida (1934) Coleção da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento–Depósito Museu de Arte Contemporânea de Serralves [INV FLAD: #5] © Laura Castro Caldas / Paulo Cintra
[«capturada» aqui]
|
Livro-Objecto
O ciclópico acto
Luiza Neto Jorge (1939-1989) ; Jorge Martins (1940)
FCG – Biblioteca de Arte [LA 127] © Jorge Martins, SPA, 2012 | Foto: Carlos Azevedo
‘O Ciclópico Acto’, um livro com poemas de Luiza Neto Jorge que se transformou num livro-objeto de Jorge Martins
[imagem «capturada» do Dn de hoje e da página da Gulbenkian- «ler um livro é como ter o iNfinito nas mãos» - notícia sobre a exposição ] [«apagados»] "Tarefas Infinitas - Quando a Arte e o Livro se Ilimitam",até 21 de Outubro, na Gulbenkian] [«apagados»]
Luiza Neto Jorge (1939-1989) ; Jorge Martins (1940)
FCG – Biblioteca de Arte [LA 127] © Jorge Martins, SPA, 2012 | Foto: Carlos Azevedo
‘O Ciclópico Acto’, um livro com poemas de Luiza Neto Jorge que se transformou num livro-objeto de Jorge Martins
[imagem «capturada» do Dn de hoje e da página da Gulbenkian- «ler um livro é como ter o iNfinito nas mãos» - notícia sobre a exposição ] [«apagados»] "Tarefas Infinitas - Quando a Arte e o Livro se Ilimitam",até 21 de Outubro, na Gulbenkian] [«apagados»]
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Autopsicografia
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| Paper Moby Dick - Fotografia de Flavio Demarchi
Ver as restantes da série «PAPER BOOKS» ---- AQUI
|
segunda-feira, 25 de junho de 2012
A estante dos dicionários
«Os bons dicionários» ,
Miguel Esteves Cardoso
(Ainda ontem)
PÚBLICO, SEG, 25 JUN 2012, p. 45
Miguel Esteves Cardoso
A primeira coisa que faço quando mudo de casa é
alinhar os dicionários de português numa prateleira — e cabem sempre numa
prateleira.
Escrevo a palavra “prateleira”
e fico envergonhado. Porquê a referência aos pratos? É humilhante falar de
prateleiras quando estamos a falar de livros.
Também não gosto da palavra
“estante”. bookshelf (à inglesa) ou bookcase (à americana)
juntam os substantivos, como se tivessem nascido um para o outro. Em português
é “estante para livros”, como quem diz: “é uma estante especializada, que foi
concebida para os idiotas que querem arrumar livros”. É como “hotel para cães”
ou “hospital de bonecas”.
Quais são os dicionários
essenciais? Modernamente, é o Grande Dicionário/ Língua Portuguesa da Porto Editora (um só volume, mas a exigir
mesa de leitura, para se poder consultar sempre que quisermos) E, mais
portátil, a edição mais recente do Dicionário de Língua Portuguesa da mesma editora. Os mais importantes são mais velhos, a começar
pelos doze volumes de Moraes. Seguem-se os geniais três volumes de Artur Bivar
(um dos quais analógico) e os dois volumes de Caldas Aulete, enriquecidos por
citações literárias.
Junto os dois volumes —
inspiradores, por muitos erros que contenham — do Dicionário Etimológico do grande José Pedro Machado.
Há alguns outros bons
dicionários da língua portuguesa de Portugal. Mas estes são não só os melhores
como aqueles que mais ajudam a ler e escrever bem a nossa língua.
PÚBLICO, SEG, 25 JUN 2012, p. 45
domingo, 10 de junho de 2012
As estantes do pintor
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[quando General Z vir esta f.
nunca mais
vai dizer :
«o ESCRIT.
de G.
está
um
Caos»]
Foto de Albuquerque Mendes, por Fernando Veludo / Infactos, Público, 13 - 05 - 2012, pp. 30-31
Reportagem, Entrevista de Sérgio C. Andrade
Título: «A pintura não me chega» (série: «A minha história da arte»)
Pintor e performer nascido na Beira
Alta e fixado no Porto desde o início da década de 1970, Albuquerque Mendes tem
uma obra marcada pela iconoclastia com que aborda temas como a religião, a
saúde e a sua própria biografia. Começou a fazer “rituais” em 1974, e sempre
entendeu a pintura como uma encenação litúrgica. […]
Não é fácil
entrar no atelier […].a acumulação de quadros, pastas, caixas,
sacos, livros e brinquedos quase impede o acesso a este mundo mágico do artista
em acção, rodeado por um mar de objectos. […]
Para evocar a
sua infância na Beira Alta, fez-nos subir ao mezanino do atelier, também pejado
de armários, sacos com a recolecção dos objectos mais diversos —
“tudo isto é para reciclar para as minhas obras” —, estantes e livros, com
destaque para a banda desenhada que dourou a sua infância — “lia
principalmente o Pato Donald e o Zé Carioca, que o meu pai mandava vir do
Brasil; mas também li, nos anos da escola primária, Os 120 Dias de
Sodoma, do
Sade, e A
Cartuxa de Parma, do Stendhal, que me impressionou
muito, mesmo se eu não percebia muito bem o que aquilo era”. Há também
os brinquedos — ou melhor, o que resta […]
Mas as
diferentes camadas em que se vai acumulando o acervo afectivo do pintor contêm
igualmente preciosidades bibliográficas, como as primeiras edições dos livros
de Ana Hatherly — “Tenho-os todos, gosto de tudo o que ela faz” — e d’A Invenção do
Dia Claro (1921),
de Almada Negreiros, uma antiga edição ilustrada de Les Chansons
de Bilitis,
de Pierre Louÿs, ou o belíssimo volume com as sombras de Lurdes Castro (D’Ombres, Antuérpia,
1974) e o catálogo da histórica exposição Alternativa Zero, que José
Ernesto de Sousa organizou em Lisboa em 1977, uma das primeiras em que
Albuquerque participou. […]
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| [...] numa das suas primeiras performances Ritual, Os Tês Dedos da Mão do Arco-Íris, no Porto, em 1977 |
quinta-feira, 7 de junho de 2012
LIvros-Esculturas
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| Recolhido no «Bibliotecário de Babel», que remete para AQUI, que depois remete para outros endereços São criações do artista Jonathan Callan |
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Letras e Arquitectura
10 casas inspiradas em 10 obras literárias
![]() |
| El Castell, inspired by Franz Kafka’s The Castle This apartment block, built in 1968 by architect Ricardo Bofill in Barcelona, is in part an homage to Franz Kafka — with all those harsh cubes and confusing gateways, we think the influence is clear. Even the complex’s name, “El Castell” is Catalan for “The Castle,” after one of Kafka’s novels.
AQUI
|
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Biblioteca - no «Cadeirão Voltaire»
Arrumada, ou alinhada, q. b.
Tudo rápido, impossibilitando a identificação de espécie alguma.
Excepto, claro, os 6 volumes (6!) do Houaiss - Enormes, de letra minúscula. Barbaridade completa.
[Ainda há dias, 2 «pitosgas» - Eli e G. - que caíram na asneira de os adquirir, falavam em deles se «libertarem»]
domingo, 19 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Sermão aos peixes
«pescada», de manhã, no «bibliotecário de Babel», de José Mário Silva
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Antígona(s) - filhas de Antígona na Literatura Portuguesa
Ilustração de Cristina Ruivo
(Artigo de Raquel Ribeiro, no suplemento «Ipsilon», do Público de 30-12-2011)
A figura de Antígona é uma grelha de leitura alternativa que permite novas abordagens aos estudos literários; uma grelha que as autoras de “Antigone’s Daughters? Gender,Genealogy and the Politics of Authorship in 20th- Century PortugueseWomen’s Writing”aplicam aos casos particulares de seis escritoras portuguesas [Florbela Espanca, Irene Lisboa, Natália Correia, Agustina Bessa-Luís, Lídia Jorge, Hélia Correia]
(Artigo de Raquel Ribeiro, no suplemento «Ipsilon», do Público de 30-12-2011)
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
LIVRO ANTIGO - Al Berto
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Dança nas Estantes (muito alegre)
After organizing our bookshelf almost a year ago (http://youtu.be/zhRT-PM7vpA), my wife and I (Sean Ohlenkamp) decided to take it to the next level. We spent many sleepless nights moving, stacking, and animating books at Type bookstore in Toronto (883 Queen Street West, (416) 366-8973).
[visto no blogue «A livreira anarquista»]
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Estantes - a da Sala
É uma Sala quase «de Baile». Iluminada por duas enormes janelas. Não se vê na Imagem o Imponente Louceiro de 4 portas de vidro, 4, 12 prateleiras, 12. Qualquer Livro que aí se «atrevesse a entrar» seria «enxutado» por General Z. Territórios.
Restam as 10 prateleiras (e «arrumos» de baixo) do móvel que está na Imagem. Aí se «demoram» os que só de «tempos a tempos são convocados» - à excepção da coleção «M. C.»
Muitas fotos. Mas, em todas, o «Menino de Sua Mãe».
domingo, 8 de janeiro de 2012
Estantes, sem fim
[Vias várias: «Arteziletras, de J. S., por exemplo]
Bookshelf Porn
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| wheresparetimegoestodie: the perfect reading nook. Via wheresparetimegoestodie |
Porn for book lovers. A photo blog collection of all the best bookshelf photos from around the world for people who *heart* bookshelves.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Pai herda do Filho
São apenas três prateleiras, numa pequena Estante-Escrivaninha, junto à janela, no quarto que foi do Filho - agora 2.º Escritório de G. (que «sortudo»).
Tem portas de vidro. A única.
Todos de «Famílias separadas».
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Estantes, II - Alice Vieira
[difícil «adivinhar as lombadas» - pela disposição e pela anteposição de objectos vários, a maioria «de Memória»;
«sacada» do P2 do Público de 24-12-2011, onde não existia indicação de fotógrafo]
sábado, 24 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Almedina
Almedina. Saldanha. Cerca das 15:30
Jovem Senhora (ao «Orelhas»»): Pai, do Musil, só há[...]; do Calvino [...]; do Sicrano[...]; e para o teu irmão? [...]
Idosa (para a livreira): «...aquele...»... «sou filha de quem»...
G., solícito: «é o último livro de Rita Ferro»
Uma boa Alma Livresca, enfim.
Jovem Senhora (ao «Orelhas»»): Pai, do Musil, só há[...]; do Calvino [...]; do Sicrano[...]; e para o teu irmão? [...]
Idosa (para a livreira): «...aquele...»... «sou filha de quem»...
G., solícito: «é o último livro de Rita Ferro»
Uma boa Alma Livresca, enfim.
Visita
Hoje, G. atravessou o rio.
Foi visitar o E. de J. - almoço na Trafaria, depois.
Começa a compor-se.
Há uma só Estante, ainda.
Nela, o Príncipe dispôs o que que quis herdar, para já. [é um Cientista - a bibl. de G. não «passa por aí»]
[devolvera muitos também - alguns deles já foram distribuídos - [F.M., na terça, disse que «passou a noite com dois deles »- Aleluia]
G. é incapaz:
- de os vender;
- de os «deitar fora»
G., hoje, recuperou mais 8 ou 9, dessa Estante de J.
Well
Foi visitar o E. de J. - almoço na Trafaria, depois.
Começa a compor-se.
Há uma só Estante, ainda.
Nela, o Príncipe dispôs o que que quis herdar, para já. [é um Cientista - a bibl. de G. não «passa por aí»]
[devolvera muitos também - alguns deles já foram distribuídos - [F.M., na terça, disse que «passou a noite com dois deles »- Aleluia]
G. é incapaz:
- de os vender;
- de os «deitar fora»
G., hoje, recuperou mais 8 ou 9, dessa Estante de J.
Well
Estantes, I - + J.S.M. + A.L.A.
Jorge Silva Melo, na crónica «Isso é um livro?»
[- Público, «Mil Folhas», 26-04-2003; Século passado, 2007, pp. 519,20; - com O nariz, de Gógol, em destaque - várias vezes usada por G., no Quadrado],
DECLARA-SE: «Velho livrariófilo (não é bibliófilo , é viciado em livrarias e estantes),» [...]
[À frente desta estante: Ana Luísa Amaral; nas páginas «da Pública» (supl.º dominical do Público), de 11-12-2011, a ilustrar a entrevista de Anabela Mota Ribeiro à escritora e professora, entre as pp.38 e 46]
Um Luxo, esta. Com portas de vidro (ai, o Pó). Admira-se os «alinhamentos», as «geometrias» , a inexistência de «montes» ou de «intrusões caóticas»», pelo menos, ao primeiro olhar. Fixando a vista, identifica-se títulos, constata-se, nas lombadas, o efeito «série» ou «colecção»; «pesa-se Quem está junto a Quem ou longe de Quem»; [...]
Mas tudo fica para adivinhar.
[- Público, «Mil Folhas», 26-04-2003; Século passado, 2007, pp. 519,20; - com O nariz, de Gógol, em destaque - várias vezes usada por G., no Quadrado],
DECLARA-SE: «Velho livrariófilo (não é bibliófilo , é viciado em livrarias e estantes),» [...]
[À frente desta estante: Ana Luísa Amaral; nas páginas «da Pública» (supl.º dominical do Público), de 11-12-2011, a ilustrar a entrevista de Anabela Mota Ribeiro à escritora e professora, entre as pp.38 e 46]
Um Luxo, esta. Com portas de vidro (ai, o Pó). Admira-se os «alinhamentos», as «geometrias» , a inexistência de «montes» ou de «intrusões caóticas»», pelo menos, ao primeiro olhar. Fixando a vista, identifica-se títulos, constata-se, nas lombadas, o efeito «série» ou «colecção»; «pesa-se Quem está junto a Quem ou longe de Quem»; [...]
Mas tudo fica para adivinhar.
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