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- «Um tok moderno» (novos leitores...)
- «Desta não saímos» (sobre Crónica do Filho sobre «Gabo», o pai)
- «Salvar um mundo» (salvar colecções de manuscritos e de livros...)
«Velho livrariófilo (não é bibliófilo , é viciado em livrarias e estantes),» [...] Jorge Silva Melo, Público, «Mil Folhas», 26-04-2003; Século passado, 2007, pp. 519,20]
- lista de 18 Títulos para o «Dia Mundial da Criança»; no OBS [espera-se que não venha a ser «fechada», isto é, «só para ASS.es...»]
[lá foram, esta manhã, 5 sacos...];
- com a «Mesa das Trocas» há muito «bloqueada», na E. do P., e com reduzidos contactos «físicos» com «receptores possíveis», agrava-se ainda mais o problema dos «excedentes» ou das «doações»... ;por isso, o artigo de hoje do «DN» remete para a INSTIT. do Título, que poderá vir a servir para futuras operações de «libertação» de algum Espaço [...]
de «Mensagem» - o jornal de Lisboa:
No dia Mundial do Livro, quatro livreiros mostram as suas livrarias - bem distintas que enchem a cidade de orgulho - e declamam poemas de amor a Lisboa (vídeo).
[da «Snob», que não cobra «despesas de envio», espera D. o novo livro de L. F. (P.) P.; quanto à livreira da B. lembra-se dos tempos da FAC, da «Arco-Íris»...]
... uma das mais belas bibliotecas do Mundo - DOC-Vídeo na «Casa» própria...;
RECORTE INICIAL:
A chave que Bernardo Trindade tira de uma gaveta e coloca em cima da mesa é grande, pesada, parece feita para fechar princesas em torres de castelos. A primeira vez que, há muitos anos, tentaram abrir com ela a porta da biblioteca de um palácio próximo da Sé de Lisboa não funcionou. Para chegar ao tesouro guardado por aquela chave, foi preciso oleá-la e, então, sim, a porta abriu-se. Do outro lado, recorda Bernardo, havia uma espécie de véu, “como se fosse algodão-doce”, feito de um século de teias de aranha.
“Não se via nada”, conta o alfarrabista da Livraria Campos Trindade. “Tivemos de rasgar as teias com paus. Ao fundo, abri as portadas e as janelas e foi uma emoção ver aquilo. As aranhas tinham comido todos os bichos que podiam afectar os livros e estes, por não terem apanhado luz durante todo este tempo, brilhavam. Estamos a falar de livros dos séculos XVI, XVII, XVIII, o atlas Civitates orbis terrarum, um manuscrito chinês que tinha sido dado ao rei de Portugal, coisas fantásticas. [...]
- a 14 de Fevereiro, no «P3» - dossiê fotográfico de Ana Paganini
- em 23 de Abril, no «podcast» «Grandes Leitores» [...]
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| Reproduzida do «DN» |
- copiada do «DN», de hoje, com acesso a Vídeo...
- mais tarde (já com 17, no 7.º...), lembra-se bem do 1.º número do «Expresso», que terá guardado durante anos; releu, vezes sem conta, o conto...; sempre o «recordou» como de Sttau Monteiro...; afinal, é de Miguéis... [10 núm.os, AQUI]
- Balsemão (na p. 7 da ENTREV): O primeiro [conto] foi de José Rodrigues Miguéis (em papel, claro), e nunca mais cá chegava. Nós estávamos nervosíssimos com medo que não chegasse, até porque tinha que passar por Isabel Laginha, que fazia a ilustração...[...]
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| Caillebotte, «Interior: mulher a ler» |
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| DOUGLAS R. GILBERT - da Entrevista do Suplemento «E», do «Expresso», de 28-06-2020 |
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| Um dos pop-up de António Bajanca (Leonardo Negrão / Global Imagens) |
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| O interior de um envelope desenhado pelo mestre Cruzeiro Seixas, da coleção Joseph Lustigman (Leonardo Negrão / Global Imagens) |
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| El Ateneo Grand Splendid mega bookstore in Buenos Aires is an old theatre converted into a modern bookshop. Photograph: Alamy |
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| Photo of Virginia and Vita in 1933, taken by Leonard Woolf |